segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

Imagine Belieber "Forever you" - Cap. 17


- Tudo bem, eu tenho que ir falar com a diretora. Nos encontramos na saída – Assenti e me virei. Justin segurou meu braço e beijou minha testa. – Boa aula amor.
- Obrigada – Forcei um sorriso. Caminhei até a sala e sentei com Chaz. Ele estava mexendo com líquido coloridos. Fizemos experiências aula inteira. Depois tivemos uma aula sonolenta de historia, outra de biologia, e por fim de literatura. O sinal tocou e todos saíram “voando” da sala. Peguei meus livros e saí também. Caminhei até meu armário e guardei tudo lá. Sai do colégio, vi Justin conversando com umas garotas. Fiquei com ciúmes, mas me mantive forte.


 Justin POV
Eu havia combinado com a diretora sobre um show no colégio, ela adorou a idéia e disse que iria combinar com os professores. Fiquei esperando as aulas terminarem e saí do colégio, várias líderes de torcida me cercaram e pediram autografo, eu não podia dizer não, mas sabia que Anne ficaria com ciúmes. Elas saíram depois de eu dar os autógrafos. Levantei a cabeça e vi Anne saindo do colégio. Caminhei até ela e a beijei. Anne me empurrou e abaixou a cabeça. Ela viu, droga.
- Eu só estava dando autógrafos. – Falei e Anne balançou os ombros. – Amor, eu sei que você ficou com ciúmes, mas eram apenas autógrafos.
- Idaí Justin? Não precisa ficar me dando explicações. – Ela falou nervosa e cruzou os braços. Ri e apertei suas bochechas. – Para Justin – Ela disse tentando não rir. Dei-lhe um selinho e ela sorriu. Chaz e Ryan se aproximavam com duas garotas.
- Anne, passou a dor? – Uma das garotas perguntou. Anne assentiu. A olhei e arqueei uma sobrancelha.
- Dor? – Perguntei confuso.
- É! Não é nada grave Justin, eu estou bem – Ela parecia nervosa.
- O que ela tinha meninas? – Perguntei olhando as duas garotas.
- Nada Justin – Anne interrompeu.
- É dor de menina Justin, a da Anne é forte o bastante que a fez chorar. Mas ela parece melhor. – A outra garota falou.
- Eu estou melhor Eliza. – Anne disse sorrindo.
- Você chorou? Não é melhor irmos ao hospital? – Perguntei preocupado. Anne revirou os olhos. – Anne, você acha que é de ferro, não é porque não quer ir ao hospital que é invulnerável.     
- Mas eu estou bem – Ela insistiu.
- Anne é teimosa, não adiante discutir. – Chaz falou. Anne o fuzilou e saiu andando. – Eu disse! – Ele afirmou. A segui.
- Amor, espera. – A parei. Ela estava chorando. Abracei-a. – Desculpe, eu preocupo demais com você, não quero te perder. – Sussurrei em seu ouvido. Anne se afastou.
- Eu quero ir para casa. – Ela falou olhando para o outro lado da rua. Olhei para ver o que era, e vi uma menina parada no ponto de ônibus.
- Quem é? – Perguntei. Anne balançou os ombros e abaixou a cabeça. – Eu te levo para casa. – segurei sua mão e entramos no carro, do meu avô. Buzinei para que Chaz e Ryan entrassem, e eles não demoraram. Annelise foi à única que não falou nada o caminho inteiro, quando perguntávamos algo ela respondia com sinais, ou ignorava. Parei o carro em frente à casa dos meus avós. Anne foi a primeira a descer. Abri a porta e dei a volta no carro. – Você vai ficar assim comigo? Foi um mês esperando para te ver, e agora você fica me ignorando.
- Eu não estou te ignorando Justin. – Ela falou sem me olhar. Afastei-me e fechei o carro. Anne me olhava triste. Entrei em casa. Vovó estava vendo TV. Joguei-me no sofá e a abracei.
- O que aconteceu? – Perguntou. Abri a boca para falar, mas a campainha me interrompeu. Levantei e abri a porta. Anne estava parada, me olhando. Fiz sinal para ela entrar e vovó a abraçou. – Como está querida?
- Estou bem, obrigada. – Anne respondeu melancólica. Vovó me olhou e arqueou uma sobrancelha.
- Eu vou deixar vocês conversarem. – Vovó foi para a cozinha e eu sentei no sofá.
- Sente-se – Disse à Anne. Ela sentou na poltrona e olhou em meus olhos. – Então?
- Vim me desculpar Justin. – Respondeu. Continuei calado, olhando seus olhos brilharem por conta das lágrimas. – Por favor, não me odeie, isso é doloroso demais. – Ela colocou as mãos no rosto e começou a chorar. Ajoelhei em sua frente.
- Não chore – Disse tirando suas mãos do seu rosto. Anne me abraçou. – Eu não te odeio Anne, nunca vou odiar. – Me afastei para olhá-la e enxuguei suas lágrimas. – Eu te amo.
- Eu também Justin, eu te amo muito, demais, é impossível tentar me enganar com o contrario. – Ela soluçava. Sorri e levantei a puxando para um beijo. Anne colocou as mãos em minha nuca e correspondeu ao beijo. Ela afagava meus cabelos e eu abraçava sua cintura. Separamo-nos depois de vários selinhos. – Você é tão lindo Justin. – Seus olhos brilhavam.
- Eu? – Franzi a testa, ela assentiu e me deu um selinho. – Você que é linda. – Disse sorrindo.
- Vocês dois são lindos, agora se desgrudem e vamos jogar videogame. – Ryan falou entrando na casa. Chaz apareceu depois com salgadinhos nas mãos. Anne beijou minha bochecha e se afastou, se jogando no sofá. Ficamos o dia inteiro jogando vídeo-game. De noite fomos ao cinema, Ryan foi com Lucy e Chaz com a namorada dele, Alice. Assistimos uma comédia e depois fomos ao Mcdonalds.
- Anne, eu posso comer suas batatinhas? – Ryan perguntou olhando para ela, que assentiu rindo.
- Só porque eu não estou com fome – Ela falou depois. Anne não havia comido nem metade do lanche, estranho, ela sempre devorava aquilo.
- Amor, eu sei que você odeia isso, mas você está bem? – Perguntei em seu ouvido, ela assentiu séria. – Certeza? Não minta para mim.
- Não estou mentindo. – Falou nervosa. Afastei-me e voltei a comer o lanche. Chaz começou a contar piadas, Ryan contou fatos engraçados que ele viveu. Lucy e Alice entraram nessa, e contaram suas historias também. Falei sobre as loucuras das fãs, passamos a noite inteira rindo. Depois voltamos para casa. Anne estava morrendo de sono e disse que não ficaria para mais algumas partidas de videogame, então Ryan decidiu ir embora também.
- Te levo até sua casa, amor. – Falei segurando sua mão. Paramos na porta. – Até amanhã bebê. – disse a abraçando.
- Até amanhã anjo. – Anne respondeu ainda me abraçando. Ficamos abraçados por alguns minutos. A sensação estranha de antes, estava ali de novo. Olhei nos olhos da Anne e senti um aperto no coração.
- Eu te levo para a escola amanhã – Eu disse nervoso, minhas mãos estavam tremulas.
- Não Justin, vovô disse que me leva e... – A interrompi.
- Eu te levo e ponto final. – Quase gritei. Anne assentiu assustada. – Desculpa, é que estou com um mau pressentimento.
- Como se sente? – Ela estava preocupada.  
- Bem, mas é estranho isso. – Coloquei a mão no peito, meu coração estava acelerado. – Vou tomar um banho e dormir, quem sabe não passa, não é?
- Sim, mas se precisar me chama. – Assenti e lhe selei. Anne entrou em casa e eu voltei à dos meus avós. Tomei banho e deitei em minha cama. Dormi.
O meu celular tocou. Pulei da cama e atendi. Era minha mãe, conversei com ela e desliguei. Olhei no relógio e já era 11am. Arregalei os olhos e sai do quarto. Desci a escada e fui à cozinha. O relógio de lá marcava a mesma hora. Coloquei a mão na cabeça e sentei na cadeira. Não podia ter me esquecido. Será que Anne está bem? Subi para meu quarto e peguei uma roupa formal, entrei no banheiro e me arrumei.


Annelise POV
Acordei, me arrumei para escola, como de costume, tomei um copo de suco e sai. Justin não estava ali, então resolvi ir com o vovô, não queria incomodar ninguém. Cheguei à escola e vi a “garota do corredor”. Ela caminhou em minha direção e cruzou os braços. Fiquei a encarando. Ela era maior que eu e me olhava com muita raiva.
- Eu não te fiz nada, me deixe em paz. – Falei com medo.
- Você viu isso? – Ela me entregou uma revista, li o titulo do texto, “Será que Justin Bieber vai deixar o sonho para viver o amor?”. Abaixei a cabeça e devolvi-lhe a revista. – Será? – Ela perguntou nervosa. – Não, ele não vai, porque você não vai deixar certo?
- Eu não tenho culpa – Falei. Ela riu irônica e me empurrou.
- Você não vai deixar! – Afirmou. Fui andando para trás. Não queria chorar, não podia. Ela deu as costas e saiu como se nada tivesse acontecido. Ouvi uma buzina e virei o rosto, enxergando uma luz branca, que fez meus olhos arderem, depois disso, não me lembro de mais nada.
[...]            
- Ela pode ter esquecido algo, alguém, mas não perdeu completamente a memória. É só um risco, não um fato – Ouvi uma voz grossa. Continuei de olhos fechados. Sentia muita dor. – Me acompanhe, vou mostrar-lhe o resultado dos exames. – Ouvi o barulho da porta e abri os olhos. As paredes brancas enfeitadas por poucos quadros me deixaram tonta. Estava em um hospital. Por quê? Vi a maçaneta se mover e fechei os olhos outra vez.
- Vou ficar com ela um tempo – Era a voz do Justin. Senti algo molhado em meu rosto e ouvi suspiros. Ele chorava. – Meu amor, acorda, por favor. Desculpe-me por não ter te levado à escola, se eu tivesse ido, você estaria bem agora. Desculpe-me, por favor. Abra os olhos, não me deixe. – Era tão ruim ouvir aquilo. Lembrei da revista que a “garota do corredor” me mostrou e senti vontade de chorar. Uma idéia horrível veio em minha mente, seria ótima para o futuro do Justin, mas péssima para o nosso, juntos. Justin segurou minha mão e beijou minha testa. Ouvi o barulho da porta outra vez. – Ryan ela não acorda, alguém precisa fazer algo.
- Os médicos estão fazendo o possível Justin, espere. – Ryan falou. Abri os olhos lentamente e vi Justin e Ryan, abraçados. – Ela... E-Ela acordou! – Ry quase gritou. Eles se aproximaram e começaram afazer várias perguntas. Coloquei as mãos no ouvido. Eu precisava pensar, mas teria que me decidir agora.
- Amor, como se sente? – Justin perguntou preocupado. Fechei os olhos e suspirei. Minha cabeça doía muito.
- Por que me chamou de amor? Quem é você? – Enganá-lo, fingindo que não o começo é mais fácil para nos afastarmos. Eu não queria fazer isso, não queria.
- Como assim? Anne, não se lembra de mim? – Ele insistiu. Balancei a cabeça.
- Ryan, amor, quem é ele? – Perguntei. Que cena ridícula, isso é horrível.
- Eu sou seu namorado, NAMORADO – Justin quase gritou. –Olha nossas alianças – Justin apontou para meu dedo. Ele estava triste, desesperado. – Ela não se lembra de mim Ryan – Justin sussurrou para Ry. Eu precisava chorar, vê-lo assim esta me matando. – Diz que está brincando comigo, por favor? – Ele pediu chorando. Não podia voltar à trás.
- Sinto muito, mas eu amo... E-Eu amo o... O Ryan – Gaguejei. Ryan arregalou os olhos. – Ele é o meu amor.
- Sério? Isso é real? Não estão brincando comigo, não é? – Justin não acreditava.
- Anne, você e o Justin namoram. Amam-se desde crianças – Ryan falou. Balancei a cabeça negativamente e puxei Ryan, beijei-o. Ouvi a porta bater, Justin saiu dali. Soltei Ry e ele me olhou surpreso. Foi horrível beijá-lo, eu estou maluca. O que eu fiz? – POR QUE ME BEIJOU? – Ryan gritou nervoso. – Anne, você e o Justin namoram. – Abaixei a cabeça. - Você não se lembra dele mesmo?
- Não – Menti. Ryan colocou as mãos na cabeça, ele estava nervoso. – Eu quero ficar sozinha, estou confusa.
- Tudo bem, mas se esforce um pouco, quem sabe não lembra. – Ryan beijou minha testa e saiu. As lágrimas caíram dos meus olhos, eu me sentia uma criminosa.
- Sua burra, isso é horrível... Justin nunca vai me perdoar. Meu Deus, o que eu fiz? – Falei para mim mesma. O médico entrou na sala.
- Olá Annelise, sou Peter. – Ele falou sorrindo. Apertei sua mão e forcei um sorriso. – Ryan me disse que você não se lembra de alguém, é verdade? – Assenti. – Já imaginava a sua batida contra o carro foi muito forte, nem sei como já acordou. Mas é só do Justin que se esqueceu?  
- Sim, eu acho. – Estava mentindo muito, isso é ridículo.
- E como se sente? – Ele estava me irritando com tantas perguntas.
- Eu estou bem, só sinto dor de cabeça, mas estou bem – Respondi sem animo.
- Bom, então acho que já pode ir para casa. Seus exames não constaram nada grave e, você aparenta estar bem mesmo. Quanto a dor na cabeça, alguns remédios ajudam, mas é normal depois de um atropelamento. – A luz foi um farol? Eu fui atropelada então? – Você acha que já pode ir para casa?
- Sim, se eu ficar no meu quarto vou me recuperar melhor – Disse sorrindo.
- Então vou anotar alguns remédios para dor e você já pode ir. Você vai se lembrar do seu namorado, vai demorar um pouco, mas vai voltar a lembrar. – Ela sorriu e segurou meu pulso. Ele apertou e anotou algo. – Venha, vou te ajudar a levantar. – Levantei e calcei as sapatilhas que estavam ali. Andei lentamente com o doutor me ajudando. Quando ele abriu a porta, eu vi Justin. Ele chorava e estava com o rosto muito vermelho. Abaixei a cabeça e respirei fundo. Mamãe, Papai, Harry, Vovô e Vovó, Chaz, Bruce, Diana, levantaram e correram em minha direção. Abracei-os e voltei a olhar Justin. Ele me encarava com tristeza nos olhos. Ryan estava sentado ao lado dele. – John pode me acompanhar para pegar a receita de remédios? – Papai acompanhou Dr. Peter. Sentei em uma poltrona e fiquei olhando Justin. Minha mãe segurava minha mão. Justin levantou e foi embora. Ryan olhou para ele e caminhou em minha direção. Ele se ajoelhou em minha frente e colocou as mãos em meu rosto.
- Está bem? – Perguntou olhando em meus olhos. Assenti e o abracei.
- Desculpa por te beijar – Falei em seu ouvido. Ryan se afastou e assentiu. – Pode ir com ele, eu estou bem. – Olhei para o elevador. Ryan beijou minha bochecha e se levantou. Chaz sentou no braço do sofá e me abraçou de lado.
- Garota você é muito louca, por que parou no meio da rua? – Chaz perguntou rindo. Sorri e o abracei. – Não vou perguntar se está bem, porque vai me bater. – Ele completou. Ri e abracei-o ainda mais forte. – Anne, você esqueceu mesmo do Justin? – Olhei em seus olhos e suspirei. – Por que está mentindo? Ele está mal Anne.
- Eu não estou mentindo, eu não me lembro dele. – Falei nervosa. Chaz ficou me encarando. – Você é muito irritante.
- Vou fingir que acredito – Ele levantou e sentou em outro lugar. Ficamos mais alguns minutos no hospital e depois voltamos para casa. Era tão bom poder ficar no meu quarto, na minha cama, com meu travesseiro. Estava chorando há muito tempo, me arrependendo de ter mentido assim. Quando olhei para a janela já estava escuro. A dor de cabeça nem incomodava mais, só a dor do coração. Bateram na porta e eu mandei entrar. Enxuguei as lágrimas e olhei para a porta.
- Chaz, por favor, eu não quero falar sobre o Justin agora, só peço que fique quieto, você não sabe meus motivos, então, por favor. – Falei nervosa.
- Eu vim desejar boa noite para você, mas tudo bem, vou embora. – Ele abriu a porta para sair.
- Desculpe – Disse e ele me olhou. – Vem aqui. – Chaz sorriu e caminhou em minha direção. Abraçamo-nos.
- Boa noite – Sussurrou.
- Boa noite – Respondi, sussurrando também. Chaz beijou minha testa e foi embora. Puxei a coberta sobre meu corpo e fechei os olhos. 
CONTINUA...
Brazilian Belieber é verdade, têm beliebers que não entendem que ele é humano e apenas um garoto, para nós é O Garoto, mas ele tem a vida dele, tem o direito de fazer o que quiser, namorar quando quiser. Continuei :D 
Beniffer Jarbosa caramba kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk ~respira~ kkkkkk aiai'
Andressa  ciume? 
Maria Gabriela violenta como? tipo não bater nas fãs e matar o biebs? kk

COMENTEM MESNINAS! 

sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

Imagine Belieber "Forever you" - Cap. 16

- Se cuida vida – Ele disse olhando em meus olhos.
- Boa turnê – Sussurrei e Justin riu. Aproximei-me e o beijei. Ryan e Chaz começaram a gritar, na fila e Justin começou a rir. – Até mais amor. – Beijei sua bochecha e corri para a fila. Acenei e Scooter e Justin também. Entramos no avião.


Justin POV
Anne já havia embarcado e a sensação ruim voltou. Scooter me olhou preocupado e arregalou os olhos. Virei-me para a janela e ele voltou a prestar atenção no trânsito. Em pouco tempo chegamos ao hotel, fui direto para o quarto. Mamãe estava lá arrumando minhas coisas, iríamos para a Alemanha. Joguei-me na cama e fechei os olhos, não me lembro de mais nada.
- Justin acorda – Ouvi a voz da minha mãe e abri os olhos. – Vamos? – Ela apontou a porta e eu levantei da cama. Peguei minha mala e sai do quarto. Descemos para o saguão. Scooter estava colocando as malas no ônibus. Entrei e fui para o meu quarto. Fechei a porta e me joguei na cama, outra vez. Peguei meu celular e desisti de ligar para Anne, ela estava no avião ainda. Fechei os olhos e adormeci. – Justin chega de dormir, levanta, depois fica a madrugada inteira sem sono. – Mamãe me acordou. Abri os olhos e vi que ela estava séria. – LEVANTA!
- Eu vou dormir depois, eu juro. – Juntei as mãos e implorei. Ela tirou o edredom de cima de mim. – Tudo bem. – Levantei e sai do quarto. Scooter, Kenny, Ryan e Carin assistiam TV. Sentei no sofá e fechei os olhos.
- Come isso. – Mamãe me entregou um prato, com sopa. Engoli aquilo sem vontade. – É para o seu bem, você sabe que tem que evitar ficar doente. Ou quer começar a cancelar shows? – Neguei com a cabeça e ela sentou do meu lado. – Eu te amo filho, mas me doe te ver assim. Anne não morreu vocês vão se encontrar mês que vêm, quem sabe antes? – Sorri e beijei sua bochecha. Terminei a sopa e voltei ao quarto. Já estava de noite, será que posso dormir? – Pode dormir filho. – Mamãe falou com a cabeça para dentro do quarto. Sorri e afundei a cabeça no travesseiro. Meu celular tocou e eu pulei para atender.
“Alô?” – Não olhei número apenas atendi.
 “Oi namorado” – Aquela voz me acalma sempre. Suspirei e sorri sozinho. – “Justin?”
 “Oi amor, como foi a viajem? Chegou quando? Está bem? Cansada? Como estão as coisas por ai?” – Perguntei rapidamente.
 “Justin, quantas perguntas. A viajem foi cansativa, cheguei agora mesmo, então não sei nenhuma novidade e eu estou ótima, melhor por estar falando com você”
 “Não sabe o quanto estou feliz por falar com você”
 “Eu sei que não está comendo e que dormiu o dia inteiro”
 “Como sabe?”
 “Scooter ligou aqui. Poxa Justin eu pedi para que não ficasse assim”
 “Desculpe-me, é difícil ficar longe de você”
 “Tudo bem, eu também não estou feliz por estar longe de você, mas quero que me prometa que vai levantar dessa cama e se animar. Promete?”
 “Prometo, mas hoje eu só levanto para tomar banho, porque estou cansado, mas eu prometo que amanhã vou estar animado para o show.”
 “Quero só ver, Scooter vai me contar tudo viu?”
 “Pode deixar, não precisa ficar se preocupando, eu sou grande”
 “Ta Justin” – Ela falou rindo. – “Agora vou desligar, meu pai está me chamando.”
 “Ta bom, mas tem certeza de que está bem?”
 “Sim”
 “Então, até amanhã, te amo”
 “Te amo muito” – Desliguei. Fechei os olhos e tentei não pensar na distancia entre Anne e eu. A sensação ruim aumentava a cada segundo que passava. Levantei e entrei no banheiro, tomei banho e coloquei um pijama. Deitei na cama e dormi.
[...]
- Chegamos Bieber, levanta – Abri os olhos e vi Ryan com um travesseiro na mão, prestes a me bater. Segurei o travesseiro e levantei. Ryan riu e me entregou uma caixinha. Abri e tinha cupcakes. Sorri e sentei na cama, devorei tudo. – Como está?
- Bem, por quê? – Perguntei mastigando o ultimo bolinho. Ry sentou ao meu lado e balançou a cabeça negativamente. – Vai ser difícil me acostumar e contentar em vê-la uma vez por mês. Em um mês muita coisa pode acontecer, e se ela arrumar outro garoto?
- Cala a boca Justin, ela não faria isso, Annelise te ama – Ryan disse sério. Abaixei a cabeça e assenti. – Vai, se arruma, uma coletiva de empresa te espera. – Levantei e larguei a caixinha, vazia, na cama. Tomei banho e escovei os dentes. Coloquei a roupa que Ryan deixou separada. – Justin está vivo? – Ryan gritou de algum lugar. Ri e sai do quarto. Desci do ônibus e vi uma lanchonete. Scooter estava na porta e me chamou com sinais. Caminhei até ele.
- Está com fome? – Perguntou olhando o celular. Balancei a cabeça negativamente. – Então, vamos. – Ele me guiou até um carro, onde Kenny estava. Fomos para a coletiva.
- Justin é difícil namorar uma garota que não está por perto sempre? – Alguém perguntou. Respirei fundo e assenti.
- É muito difícil. Mas eu a amo e, nenhuma distância pode mudar isso. – Falei. Uma mulher levantou a mão e lhe deram o microfone.
- Você disse que se conhecem há muito tempo... Por que só agora descobriram essa paixão? – Ela perguntou sorridente. Ri e abaixei a cabeça.
- Não descobrimos agora, nós namoramos quatro anos antes do Scooter me descobrir no youtube. Então me mudei para Atlanta e não nos falamos por três anos. – Respondi sério.
- Você a deixou? Esqueceu ela por três anos? – A mesma mulher perguntou. Pelo visto o assunto vai ser essa até o fim. Revirei os olhos e neguei com a cabeça.
- Eu não a esqueci. – Disse nervoso. – Mas a distancia fez com que o nosso amor se escondesse. Eu a amo, sempre amei e sempre vou amar. – Completei. – Podemos mudar de assunto? A turnê pode ser? – Respondi mais algumas perguntas e me despedi. As horas passaram “voando”. O show foi incrível, a cada show fico mais orgulhoso pelas fãs que tenho.
[...]
O mês passou lento. Não pude ver Anne, ela está mal na escola e tem que recuperar as notas, então seus pais não a deixaram viajar. Fiz o ultimo show da primeira parte da turnê e voltei para Atlanta.
- Justin coloque suas roupas no armário. – Mamãe gritou do primeiro andar. Revirei os olhos e desci a escada, ignorando o que ela disse. Caminhei até a cozinha e me apoiei no balcão. – O que foi?
- Quando é que vamos para Stratford? – Perguntei e ela sorriu. – Estou com saudade de lá.
- “Lá” tem nome – Ela falou rindo. Ri pelo nariz e assenti. – Eu não sei filho, se você quiser ir, pode ir, mas tem que falar com Scooter, ver se não tem nada marcado.
- Sério? – Arregalei os olhos e ela assentiu. – Nem vou desfazer as malas. – Dei a volta no balcão e a abracei. – Te amo mãe. – Ela beijou minha bochecha e eu corri para pegar o telefone. Falei com Scooter, ele disse que na próxima semana tenho um show beneficente, então me deu uma semana para ficar em Stratford. Desliguei e corri para meu quarto. Comprei a passagem pela internet. Coloquei roupas diferentes na mala e sai do quarto. Mamãe estava na sala, vendo TV e me olhou séria. – Estou indo mãe, se Anne ligar não diga nada.
- Justin espera até amanhã, você acabou de chegar de uma imensa viagem, uma não, varias, descansa um pouco. – Mamãe disse. Olhei para os lados pensando em uma resposta. – Tudo bem, vai se divertir, mas me liga quando chegar e todos os dias que ficar lá. –Assenti e a abracei. Beijei sua testa. – Te amo, fique com Deus.
- Te amo muito mãe, se cuida – Ela me acompanhou até a porta e eu entrei no carro, que Kenny dirigia. Ele me levou para o aeroporto e eu desembarquei sozinho para o Canadá.


Annelise POV
Eu não via Justin há muito tempo e isso me deixava mais triste ainda. Não é fácil se concentrar em recuperar as notas, quando o seu namorado está em uma turnê, longe de você. Suspirei e voltei a digitar o trabalho. Foi um dia cansativo, fiz todas as tarefas incompletas e adiantei o trabalho de química. Era noite quando resolvi descansar. Guardei todos os cadernos e entrei no banheiro, tomei banho e coloquei um pijama. Meus olhos estavam fechando, me joguei na cama e dormi.
O despertador tocou, levantei da cama e o desliguei. Esfreguei os olhos e entrei no banheiro. Tomei banho, escovei os dentes, arrumei meu cabelo, passei maquiagem, coloquei o uniforme da escola, arrumei minha bolsa e sai do quarto. Harry estava na cozinha, comendo cereal e beijou minha bochecha. Estava morrendo de sono, quase desmaiando. Peguei um copo e enchi de suco, bebi tudo em segundos. Ouvi uma buzina e sai para ver que era. Vovô Benjamin estava com o carro, nos esperando. Olhei para o céu e agradeci. Pelo menos não teria que andar. Entrei no carro e beijei sua bochecha. Harry entrou depois. Vovô me deixou na escola primeiro. Desci do carro e caminhei para dentro. Encontrei Ryan e Chaz no corredor dos armários. Eles me olharam sorridentes. 
- Oi garotos – Sorri.
- Como está? – Ryan perguntou me abraçando.
- Com sono, fiquei o dia inteiro fazendo lição e trabalho, estou morta. – Bocejei. Chaz riu e me abraçou também. Andamos abraços para o meu armário e depois para a sala. O professor me olhou sério e me chamou com sinais.
- Querida está bem? – Perguntou preocupado. Assenti e esfreguei os olhos.
- É sono – Disse sorrindo. Ele riu e me mandou sentar. As primeiras aulas foram lentas, mas divertidas, os professores de Geometria e Espanhol são divertidos, tivemos duas aulas com cada um deles. O sinal tocou e, Chaz e Ryan saíram da sala, eles me disseram que iriam à cantina e me esperavam lá. Peguei meus livros e levantei. Uma garota entrou em minha frente. Tentei desviar, mas ela impediu. Encarei-a. – Posso passar? – Perguntei nervosa.
- Você está destruído a carreira do meu ídolo, eu não vou deixar isso acontecer. – Ela disse. Franzi a testa, estava confusa. – Justin está melancólico por não te ver todos os dias, ele tenta parecer feliz nas fotos, mas não está. Você vai destruir o sonho dele, acabar com tudo que ele conquistou em segundos, você é um monstro.
- Do que está falando? – Perguntei confusa. Ela riu irônica e derrubou meus livros no chão.
- Vou falar sua língua. – Ela respirou profundamente e apontou o dedo para mim. – Justin Bieber está perdendo fãs, está mudando, tudo isso porque você entrou na vida dele e mudou tudo. Vai mesmo querer destruir tudo que ele conquistou? Acho que não, não é? Então fofa, se afaste dele, porque com você longe, sem nenhum laço, ele vai ficar mais atencioso aos fãs, e é isso que queremos, a atenção dele voltada para nós, ou ele nos perderá facilmente, e desaparecerá da mídia. – A garota deu as costas e saiu rebolando pelo corredor. Peguei meus livros do chão e encostei-me à parede, senti uma tontura. Ela tem razão. Voltei a caminhar para meu armário e guardei os livros. Fui à cantina e sentei junto aos garotos do time de basquete. Louis colocou o braço em volta de mim e sorriu. Forcei um sorriso e encostei a cabeça em seu peito. As lágrimas queriam sair, mas eu não podia chorar, eles irão fazer varias perguntas, não estou bem para um questionário. Chaz me olhou sério.
- O que você tem? – Ele perguntou olhando em meus olhos. Balancei a cabeça negativamente e me afastei do Louis, peguei a maça dele e mordi. Ryan segurou minha mão e levantou. Ele me puxou para o jardim.
- Você está segurando as lágrimas, o que aconteceu? – Perguntou sério. Olhei para o lado e vi Chaz se aproximando.
- Por que vocês dois não me deixam em paz? –Falei irritada e soltei-me do Ryan. – Eu já disse que estou bem, parem de ficar perguntando isso toda hora. – Dei as costas e voltei à cantina. Bella me aparou no caminho. Revirei os olhos.
- Achei! – Ela falou sorrindo sinicamente. – Eu não vou deixar barato Annelise, você fez Ryan terminar comigo, mexeu com a pessoa errada. – Ela me empurrou. Quando ia avançar alguém me segurou. Olhei para trás e Ryan arregalou os olhos. – Solta ela Ryan, a deixe vir me bater. – Isabella falou irritada.
- Não, ela tem amigos para que a alertem quando for se rebaixar a tal nível. – Ryan a olhou com nojo. Ri disfarçadamente e vi Bella sair batendo os pés. – Venha, vamos para a aula. – Ele me abraçou e caminhamos para a quadra. O professor estava lá, jogando basquete sozinho. Aproximei-me e roubei a bola, mirei a cesta e acertei. Ele e Ry aplaudiram. Sorri e me gabei. Todos chegaram e o professor disse que teríamos uma surpresa. Ele mandou jogarmos vôlei e depois tirou a bola do jogo, apontando a porta. Justin estava lá, sorridente. Fiquei paralisada. Ele se aproximou e cumprimentou os alunos. Não conseguia me mexer, eu não acreditava que ele estava ali. Justin apertou a mão do professor e me olhou. Ele me colocou as mãos no meu rosto e sorriu. Fechei os olhos.
- Eu estou doente, é miragem só pode – Falei forçando os olhos. Justin riu e me abraçou.
- Estava morrendo de saudade meu amor – Justin sussurrou no meu ouvido. Afastei-me.
- É sério? Justin? – Arqueei uma sobrancelha e ele assentiu. – Meu amor – Coloquei as mãos em seu rosto e beijei sua bochecha. O professor pigarreou e sorriu para nós. Justin segurou minha mão.
- Justin veio participar da aula conosco hoje, ele vai jogar queimada com vocês... Então dividam os grupos e comecem o jogo - Ryan e Eliza escolheram os grupos. Justin, Chaz, Taylor, Louis, Rebecca, Victoria, Alison, Hilarry, Joseph, Raven, Fanny, Damon, Georgia, Courtney e Andrew ficaram no grupo do Ryan e, Thomas, Kevin, Jack, Vanessa, Lilian, Lucy, Emily, Mary, Ashley, Jennifer, Britney, Eu, Bryan, Henry, Matthew e Dylan no grupo da Eliza. O jogo começou e meu grupo começou perdendo, Justin queimou Jennifer. O grupo deles era forte, no nosso sobrou apenas eu de menina, e todos os meninos, eles queriam eliminar os mais fracos antes. Chaz passou a bola para o Justin e ele me olhou sorrindo. O jogo foi passando e sobramos apenas eu e Justin, eu estava com a bola e ele corria de um lado para o outro rindo. Joguei com toda minha força em sua barriga e acertei. Todos do meu grupo começaram a gritar e me abraçaram. O professor apitou e jogou a bola de basquete para quem quisesse jogar. Justin sentou na arquibancada e ficou olhando o jogo. Sentei ao seu lado.
- Te machuquei? – Perguntei olhando em seus olhos. Justin abraçou minha cintura e balançou a cabeça negativamente. Beijei sua bochecha e ele sorriu. – É tão difícil ficar longe de você. – Falei baixo. Justin olhou em meus olhos e colocou as mãos no meu rosto.
- Eu sei, eu também não agüento o vazio, sem você por perto nada faz sentido, é complicado sorrir para os fotógrafos, as fãs são as únicas que consegue me tirar um sorriso verdadeiro quando você está longe. – Ele falou triste. Abaixei a cabeça e lembrei-me da garota no corredor. Ela tem razão? – Amor eu vou ajudar no jogo, já volto. – Ele me deu um selinho e foi para a quadra. Levantei dali e corri para o banheiro. Lucy e Eliza estavam lá, elas me olharam preocupadas. Abaixei a cabeça e entrei na cabine. Desabei em lágrimas, não ouvi barulho delas saindo, mas elas não falavam nada. Enxuguei as lágrimas e abri a porta. As duas estavam paradas, me encarando, abaixei a cabeça.
- Anne, porque está chorando? – Eliza perguntou levantando minha cabeça. – O que aconteceu? – Elas não eram minhas amigas, mas pareciam mesmo preocupadas.
- Meu Deus, diz logo! – Lucy falou.
- Eu estou cólica, é forte demais, e doe muito. – Menti. Boa desculpa. Lucy mexeu na bolsa e me entregou um comprimido. Peguei. – Obrigada. – Sai do banheiro e esbarrei no Justin, ele me segurou e sorriu. Guardei o comprimido no bolso e o abracei. – Tenho que ir para a aula de química.
- Tudo bem, eu tenho que ir falar com a diretora. Nos encontramos na saída – Assenti e me virei. Justin segurou meu braço e beijou minha testa. – Boa aula amor.
- Obrigada – Forcei um sorriso. Caminhei até a sala e sentei com Chaz. Ele estava mexendo com líquido coloridos. Fizemos experiências aula inteira. Depois tivemos uma aula sonolenta de historia, outra de biologia, e por fim de literatura. O sinal tocou e todos saíram “voando” da sala. Peguei meus livros e saí também. Caminhei até meu armário e guardei tudo lá. Sai do colégio, vi Justin conversando com umas garotas. Fiquei com ciúmes, mas me mantive forte.
CONTINUA...

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Mesninas do Mistletoe voltou \o/ ~dança~ Provas finais são fogo, haha'
Asnate Souza hey fofa, meu twitter é @DemiOurProud

terça-feira, 6 de dezembro de 2011

Asnate Souza,

Muuuito obrigada pelos selinhos  mesnina *-* fico feliz por saber que gostam da minha história, é sempre bom ver os comentarios de vocês, mais ainda ganhar selinhos haha' 

Bom, vou indicar alguns blog's que eu leio/lia:

São essas as que eu lia. Mais uma vez, obrigada pelos selos Asnate Souza s2

Imagine Belieber "Forever you" - Cap. 15

- Justin tem que se concentrar e disseram a ele para não te ver, mas eu sei que ele não vai sossegar se não te ver – Dan sussurrou. Assenti e girei a maçaneta. – Não demore, por favor. – Ele saiu dali. Entrei. Justin não estava ali. Vi outra porta, provavelmente era um banheiro. Sentei no sofá que tinha ali e fiquei olhando as roupas.

 Justin POV

Arrumava-me no banheiro, quando terminei de secar o cabelo, sai sem camisa. Anne estava no sofá, ela olhou para trás e sorriu. Corri para abraçá-la. Anne beijou o canto da minha boca e sorriu.
- Coisa feia Bieber, você não pode me ver. – Ela disse rindo. Sorri e beijei sua testa.
- Como é que vou cantar minhas músicas, sem ver a inspiração delas antes? – Perguntei. Anne ficou sem reação. Beijei-a, ela colocou as mãos em minha nuca e eu a aproximei mais do meu corpo. Anne parou o beijo com vários selinhos. – Eu te amo – Sussurrei.
- Eu te amo muito – Ela respondeu. Sorri e beijei sua testa. – Amor você tem que se arrumar, não quero que se atrase por minha culpa.
- Tenho uma hora ainda – Reclamei e ela apertou minhas bochechas.
- É melhor eu ir. – Ela me empurrou com cuidado. Segurei sua mão. – Justin me solta, Dan disse para não demorar.
- Por favor, fique aqui? – Fiz bico e ela fechou os olhos.
- Esse olhar, não vai conseguir, eu não vou ficar... – A abracei. Anne me olhou e sorriu. – Se Scooter e Mama Jan acharem que não vou incomodar, eu fico. – Ela se soltou e caminhou até a porta. Scooter estava com os punhos fechados, prestes a bater. Ele olhou para Anne, confuso e entrou na sala.
- O que estão fazendo sozinhos aqui? – Perguntou sério. Anne olhou para os lados e eu a abracei. – Justin.
- Eu precisava vê-la. – Disse.
- Por que está sem camisa? – Ele arqueou uma sobrancelha. Anne arregalou os olhos e se afastou.
- Eu estava me arrumando – Falei rapidamente. Scooter riu. – O que foi?
- Vocês precisavam ver suas expressões agora. – Ele ria muito. Colocou as mãos na barriga e se jogou no sofá. – Tudo bem, acabou a graça. – Scooter ficou sério e me jogou uma camisa. Vesti e fiquei o encarando. – O que foi?
- Você não vai sair? – Perguntei sério e ele negou com a cabeça. Revirei os olhos e vi Anne rir. – Tudo bem, eu saio. – Dei as costas e sai dali, batendo a porta com força. Todos que estavam no corredor me olharam. Fui até o palco. Escondi-me para que as beliebers não me vissem. Estava lotada a arena. Fiquei observando as garotas até sentir duas mãos quentes em meu rosto, tampando meus olhos. Tirei as mãos dos meus olhos e virei-me, ficando de frente para Anne. Ela sorriu e me abraçou.
- Por que saiu da sala com tanta raiva? – Ela perguntou séria, segurando minhas mãos. Abaixei a cabeça e suspirei. Anne colocou as mãos em meu rosto, fazendo com que eu olhasse em seus olhos. – Quer conversar? – Assenti e Anne segurou minha mão, puxando-me para um lugar menos barulhento. Anne parou em um corredor vazio. Olhei em seus olhos e sorri. – Pode falar. – Segurei suas mãos e fixei meus olhos em seus olhos.
- É difícil Anne, eu não posso mais ficar o dia inteiro com você, não podemos fazer trabalhos escolares juntos, não podemos jogar videogame, passar o dia jogando boliche, não podemos mais nos divertir como antes, eu sinto falta disso. Sinto falta de você. – Falei. Anne suspirou.
- Eu estou aqui Justin – Ela disse triste. Fechei os olhos e assenti. Anne se aproximou e colocou as mãos em meu rosto. – Eu estou aqui – Sussurrou.
- Você vai embora amanhã e por mais que nos falemos por telefone, email, não é a mesma coisa. – Meus olhos estavam lacrimejando.
- Logo vamos nos encontrar, você vai tirar férias e nós vamos nos ver, vamos sair, viajar, ficar juntos – Ela disse enxugando as lágrimas. – Não chore.
- Estou com um sentimento ruim aqui dentro. – Coloquei a mão no peito e Anne me olhou confusa. – Sei lá, ta me incomodando, é estranho. – Anne olhou para minha mão e franziu a testa. – Promete que vai ficar aqui? Que não vai dar um passo sem eu estar por perto?
- Por que isso Justin? – Ela perguntou assustada.
- Promete? – Insisti e Anne assentiu.
- Eu prometo. – A abracei. Anne estava assustada, confusa. – Anda, você tem que se arrumar.
- Vamos – A puxei. Caminhamos de mãos dadas. Carin me chamou em uma sala e apontou uma roupa. Assenti e peguei a roupa.  – Fique aqui. – Disse para Anne e beijei sua testa. Entrei no banheiro e me arrumei o mais rápido possível. Quando terminei, sai e olhei para Carin.
- Está ótimo – Ela disse sorrindo. Sorri e tirei o casaco. – Justin. – Carin reclamou.
- Vai amassar – Me joguei no sofá. Carin saiu da sala e Anne se sentou ao meu lado. Ela segurou minhas mãos e olhou em meus olhos. – Está bem?
- Sim – Ela sorriu. – E você? – Assenti e a abracei. Abraçamo-nos por alguns minutos e quando me afastei, vi uma lágrima cair dos olhos dela.
- Você está chorando? Por quê? Meu amor o que foi? – Coloquei as mãos em seu rosto e fiz com que olhasse em meus olhos. – O que aconteceu?
- DEZ MINUTOS BIEBER – Alguém gritou de fora da sala. Anne levantou e enxugou as lágrimas.
- Eu vou deixar você terminar de se arrumar – Ela disse abrindo a porta.
- ANNE – Gritei e corri em sua direção. – Me diz o que aconteceu? – Perguntei olhando em seus olhos, ela me deu um selinho e saiu. Coloquei as mãos no rosto e encostei-me à porta. Ela estava chorando, por quê? Vesti o casaco e arrumei o microfone. Allison entrou na sala me chamando. A acompanhei até uma roda, que a equipe formava. Entrei na roda e vi Anne abraçada com o Scooter. Ela sorriu para mim. Fizemos uma prece e algumas pessoas falaram.    
- DUCKS DUCKS DUCKS QUACK QUACK QUACK ZOOOOOOOOOOOOOOOOOM! – Gritamos todos.
- É HORA DO SHOW – Ry Good gritou e todos gritaram e começaram a pular. Geralmente eu participava dessa “comemoração”, mas eu não estava bem. Senti alguém me puxar e olhei para trás.
- É hora do show – Scooter disse. Assenti e olhei para Anne. – Vocês brigaram?
- Não, mas ela começou a chorar e não me disse o motivo, eu estou preocupado. – Respondi olhando Scooter. – Por favor, não tire o olho dela enquanto eu estiver cantando? – Ele assentiu. – Eu tenho que ir. – Dei as costas e caminhei em direção a Anne. – Amor.
- Oi – Ela disse com um sorriso forçado. – Você já vai? – Assenti e segurei suas mãos. – Bom show.
- Obrigada. – A abracei. Anne sorriu e beijou minha bochecha. Coloquei as mãos em seu rosto e selei nossos lábios. A beijei. Anne correspondeu ao beijo, parecia uma despedida.
- DOIS MINUTOS! – Alguém gritou e Anne se afastou. Sorri e beijei sua testa. Ela sorriu e me entregou uma foto.
- Eu sempre ando com ela, me sinto segura. – Estávamos eu e ela na foto, felizes, com apenas cinco anos. Anne beijou minha bochecha e me empurrou para acompanhar Allison. Subi no palco e fiz o show. Foi incrível. Terminamos o show e voltamos para o hotel. Anne ficou comigo o tempo todo. Fomos para o quarto e jogamos videogame, cantamos, assistimos a um filme, nos divertimos. Quando o filme acabou, Anne fechou os olhos e deitou a cabeça no travesseiro. – Deite aqui. – Ela disse ainda de olhos fechados, batendo no travesseiro ao lado. Deitei e aproximei o rosto do seu, podendo sentir sua respiração. Anne abriu os olhos e sorriu. – Eu te amo amor. – Ela sussurrou e fechou os olhos outra vez. Encostei minha testa na sua e beijei a ponta do seu nariz.
- Eu te amo muito vida – Anne me abraçou e foi assim que dormimos, abraçados.

Annelise POV

Abri os olhos lentamente, tentando evitar a luz do sol. Justin estava dormindo, com um sorriso no rosto. Soltei-me de seus braços que me seguravam e fechei a cortina. Entrei no banheiro e lavei o rosto. Arrumei meu cabelo e voltei ao quarto. Justin estava do mesmo jeito. Andei na ponta do pé até a porta e sai. Fui para o meu quarto e da Pattie e a encontrei vendo televisão. Ela sorriu para mim. Acenei e entrei no banheiro. Precisava de um banho. Tomei um banho demorado e coloquei um short e uma regata branca, por cima uma camisa xadrez comprida. Fiz minha higiene matinal e prendi o cabelo em coque. Não passei maquiagem, estava com preguiça. Sai do banheiro e peguei minha mala. Coloquei as roupas dentro e separei uma calça, não podia voltar para o Canadá de short. Deixei tudo arrumado e voltei para o quarto do Justin. Ele estava deitado assistindo TV. Sorri e caminhei em sua direção. Justin me abraçou.
- Bom dia meu amor – Ele sussurrou em meu ouvido.
- Bom dia – Respondi – Vai Justin, levanta, temos mais duas horas até o vôo. – Ele arregalou os olhos e pulou da cama. – Eu vou te esperar aqui. – Disse enquanto ele entrava no banheiro. Justin não demorou no banho, saiu enrolado na toalha e pegou uma roupa, na mala. Olhei para o corpo dele e ele riu. Abaixei a cabeça. Justin voltou ao banheiro e se trocou. Ele saiu apressado e se jogou na cama, do meu lado. – Aonde vamos? – Perguntei olhando em seus olhos.  Justin olhou para a televisão, que estava desligada.
- Não sei, mas vamos sair. Vem – Ele me puxou e saímos do quarto. Descemos para o saguão e encontramos Kenny, ele sorriu e nos seguiu. Justin abriu a porta do carro para mim e depois entrou. Kenny ia dirigir. Foi um silencio mortal até Kenny parar o carro em um campo florido, cheio de arvores, um lago, pássaros. Justin abriu a porta para que eu descesse e pegou uma cesta no porta-malas. – Uma hora Kenny. – Disse antes de Kenny sair com o carro. Estava confusa, mas encantada com tudo aquilo. Justin estendeu um pano xadrez na grama e colocou a cesta em cima. Ele sentou e ficou me olhando. – O que foi? Não gostou?
- Justin e-e-eu... Isso é um p-piquenique? – Gaguejei. Ele sorriu e assentiu. Sentei na grama e olhei em seus olhos. – Ninguém nunca fez um piquenique para mim. 
- Eu sei você me disse que era um sonho fazer um piquenique com o amor da sua vida em uma tarde assim, típico de filme de romance. – Ele recordou. Assenti e sorri. – Só não sei se sou o amor da sua vida.
- Você é – Disse sorrindo. Justin segurou minhas mãos e beijou cada uma. Corei. – O que tem aqui? – Perguntei, abrindo a cesta. Justin tirou vários tipos de comida dali. Devoramos aquilo. Quando já estava tudo guardado na cesta, ou o que sobrou, Justin levantou e estendeu a mão. Segurei-a e levantei. Ele me levou até o lago e entrou em um barco que estava parado ali. – Justin isso é seguro? – Perguntei, tentando ficar de pé naquilo.
- Sim, mas o lago é raso. – Ele riu. Fechei os olhos e coloquei o pé, que estava na grama ainda, para dentro. Justin me abraçou e segurou o riso. Abri os olhos lentamente e olhei para os lados. Justin soltou a corda que prendia o barco. Sentei e tentei parecer calma, estava difícil. Justin segurou minhas mãos e riu. – Eu estou aqui amor. – Sorri e suspirei. Justin tirou o violão de algum lugar ali do barco e me olhou.
I always knew you were the best
The coolest girl I know
So prettier than all the rest
The star of my show
So many times I wished
You'd be the one for me
But never knew you'd get like this
Girl what you do to me?
You're who I'm thinking of
Girl you ain't my wonner up
And no matter what
You're always number one
My prize possession, one and only
Adore you, girl, I want you
The one I can't live without
That's you, that's you
You're my precious little lady
The one that makes me crazy
Of all the girls I've ever known
It's you, it's you
My favorite, my favorite
My favorite, my favorite girl
My favorite girl
Justin cantou olhando em meus olhos. Senti lágrimas percorrerem pelo meu rosto e enxuguei rapidamente. Ele se ajoelhou no barco e tirou minha mão do meu rosto, enxugando minhas lágrimas. Ele sorriu e segurou minhas mãos.
- Eu te amo minha garota favorita – Sussurrou sorrindo. Sorri e o abracei. Justin segurou minha cintura e encostou a testa na minha. Ficamos nos olhando por um tempo até ele mexer no bolso de trás. Tirou uma caixinha do bolso e abriu para mim. Meu coração não vai aguentar. Eram duas alianças lindas. Justin sorriu e me entregou. – Eu sei que já estamos namorando, mas com essas alianças podemos lembrar um do outro a cada segundo, quando estiver triste se lembre de que eu estou pensando em você. – O abracei. Justin pegou a caixinha e colocou a aliança no meu dedo. Eu coloquei a dele. Sorri e nos beijamos. Justin colocou as mãos no meu rosto e me deu vários selinhos.
- Eu te amo muito meu garoto favorito. – Falei sorrindo. Justin riu e me abraçou. Beijei sua bochecha e me afastei. Justin olhava fixamente em meus olhos, os dele brilhavam. – Eu adorei tudo, foi a melhor surpresa da minha vida.
- Que bom que gostou, estava com receio sobre o que ia achar – Justin falou rindo. Sorri e beijei sua testa. Um som de buzina interrompeu o silencio. Olhei para o lado e vi o Kenny acenando. Justin bufou e voltou com o barco até a borda do lago, onde descemos. Justin pegou o violão e amarrou o barco. Esperei-o e caminhamos de mãos dadas até o carro. Kenny sorriu e entrou no carro. Justin colocou a cesta e o violão no porta-malas e entrou. Ele sentou do meu lado, no banco de trás e, abaixou a cabeça. Coloquei a mão em seu rosto e acariciei sua bochecha. Justin me olhou melancólico e deitou a cabeça na minha coxa. Fiquei mexendo em seu cabelo até ele adormecer. Kenny estacionou o carro na garagem do hotel e me deu a chave para fechar quando acordasse Justin. Beijei a bochecha dele e fiquei o olhando dormir por um tempo, até ele abrir os olhos e levantar. Justin esfregou os olhos e sorriu. – Não acredito que dormi.
- Parecia um anjo – Disse sorrindo. Justin me puxou para um abraço. – Vamos, tenho que me despedir dos outros. – Abri a porta e sai. Justin saiu correndo e me abraçou por trás, enquanto eu achava o botão certo para fechar o carro e ligar o alarme. Ele riu e apertou o ultimo botão. Entreguei-lhe a chave e me soltei. Segurei sua mão e subimos para o terraço, onde todos da equipe estavam. Dan Kanter levantou da cadeira e nos parou.
- Pensei que não viesse se despedir – Dan disse sorrindo. Soltei a mão do Justin e abracei Dan pela cintura, andamos em direção ao outros, deixando Justin. Olhei pelo canto dos olhos e vi que ele falava com Ryan e Chaz. Ele estava mal por eu ter que ir embora, mas temos que nos acostumar. – O que aconteceu com você e o Justin?
- Nada, ele está muito melancólico, quero que ele se acostume em me ver uma vez por mês, é difícil, mas é preciso. – Falei e Dan assentiu. Despedi-me de todos ali, faltava vinte minutos para Scooter nos levar ao aeroporto. Então resolvi colocar a calça que havia separado. Antes de sair do terraço acenei para todos. Pattie me acompanhou. Peguei minha calça e peguei uma jaqueta na mala. Scooter bateu na porta e pediu minha mala, lhe entreguei e ele avisou que me esperava na garagem. Abracei Pattie e pedi um papel e uma caneta, ela me entregou e saiu do quarto. Sentei no sofá e escrevi uma carta ao Justin. Dobrei e coloquei no bolso da calça. Sai do quarto e encontrei Ryan Good no corredor ele entrava no quarto dos garotos, ele me abraçou e entramos juntos. Justin estava com o rosto vermelho, ele tentou fingir um sorriso ao nos ver, mas eu via a tristeza em seus olhos. Tentei segurar as lágrimas. Chaz e Ry estavam fechando as malas. Justin levantou do sofá e caminhou em minha direção. Ryan me soltou.
- Eu vim dizer até mais aos garotos. – Ryan falou e abraçou Chaz e Ry, depois me abraçou e beijou minha testa. – Se cuida garota. – Assenti e ele saiu do quarto. Justin segurou minha mão direita apontou a porta. Descemos de elevador para a garagem. Scooter estava conversando com uma mulher, que não demorou a ir embora, devia pedir informação. Justin abriu a porta do carro para que eu entrasse e sentou do meu lado. Deitei a cabeça em seu ombro e segurei sua mão. Ryan foi à frente com Scooter e, Chaz sentou do meu lado, atrás. O aeroporto era perto e assim que chegamos anunciaram o vôo. Justin suspirou e me abraçou.
- Eu te amo Anne – Ele disse no meu ouvido. Uma lágrima minha caiu e molhou a camisa dele. Afastei-me e enxuguei as outras. Justin sorriu e me beijou. Dei-lhe vários selinhos e o abracei outra vez.
- Eu te amo Justin – Sussurrei antes de me afastar. Ele sorriu e beijou minha testa. Chaz puxou Justin pela camisa e o abraçou. Virei-me e abracei Scooter. – Ei, cuide do meu namorado. – Disse rindo e ele assentiu. – Vou sentir sua falta Scooter, você foi tão legal comigo.
- Você é uma garota de ouro Annelise, é especial, vai deixar saudades – Ele falou segurando as lágrimas.
- Pode chorar, faz bem – Ele riu. Peguei a carta do bolso e lhe entreguei. – Pode entregar ao Justin quando perceber que ele não está bem? – Scooter assentiu e guardou. O abracei e a segunda chamada do vôo foi feita. Justin me olhou e abriu os braços. O abracei. – Nos vemos em breve meu anjo, e vê se não fica tristonho, quero ver as fãs felizes com seus shows.
- Se cuida vida – Ele disse olhando em meus olhos.
- Boa turnê – Sussurrei e Justin riu. Aproximei-me e o beijei. Ryan e Chaz começaram a gritar, na fila e Justin começou a rir. – Até mais amor. – Beijei sua bochecha e corri para a fila. Acenei e Scooter e Justin também. Entramos no avião.
CONTINUA...
Ficou bem grande esse capitulo haha'

@mundodesconhecido. desculpa :S nem to mais lendo as Ib's que eu lia, ficou tudo corrido, nem tempo de escrever aqui to tendo, desculpa, quando der apareço por lá, mas ta dificil. 

Mary eu esqueci de te responder no ultimo post, desculpa. Você falou sobre escrever uma história também, acho isso ótimo, ajuda muito, sinto que meus textos na escola melhoraram pra caramba, espero que vá longe com seu projeto, vai precisar de tempo, ou talvez eu que sou muito lerda e quase nunca tenho tempo, mas acho que uma história escrita por ti seria muito legal.

Obrigada pelos comentarios bby's s2 

domingo, 4 de dezembro de 2011

Imagine Belieber "Forever you" - Cap. 14

- Nem fala, você não sabe o quanto é ruim estar naquela cidade sem você, ainda mais quando tudo que olho lembra você, é péssimo Justin – Falei soluçando. Justin enxugou minhas lágrimas.
- Eu sempre estarei com você, aqui. – Ele colocou a “mão no meu coração” e beijou a ponta do meu nariz. – Sempre. – Ficamos abraçados por bastante tempo. Justin acariciava meu rosto, e isso me fez pegar no sono.


Justin narrando     
 A luz solar invadia o quarto, deixando meus olhos irritados. Abri-os lentamente e vi Anne ao meu lado. Mamãe veio buscá-la á noite, mas resolveu deixar que continuasse dormindo ali. Ela estava dormindo ainda. Beijei sua bochecha e me levantei. Estava frio dentro do quarto, puxei a coberta e coloquei em cima dela. Entrei no banheiro e tomei banho. Fiz a higiene matinal e sai. Anne estava virada para o outro lado, mas ainda dormia. Ouvi batidas na porta e abri. Mamãe olhou para Anne e sorriu. Beijei sua testa e fiz sinal para ela entrar.
- Filho, está na hora – Falou sorrindo. Assenti. – Cinco minutos. – Ela saiu. Caminhei até a cama e beijei o canto da boca da Anne. Ele abriu os olhos e sorriu.
- Bom dia meu amor – Sussurrei e segurei sua mão. Sua boca se mexeu dizendo “bom dia”, sem emitir som. – Eu vou para uma coletiva, quer ir? – Anne fechou os olhos e assentiu. – Se quiser ficar não tem problema.
- Eu vou tomar um banho rápido e já desço. – Ela levantou e correu para fora do quarto. Sentei na cama e fiquei olhando para a janela, com um sorriso bobo no rosto. Balancei a cabeça, voltando ao normal e peguei meu casaco. Desci para o saguão. Todos esperavam lá.
- Anne já vem – Disse olhando o relógio. Ficamos esperando por dez minutos, até que ela chegou com o cabelo úmido, um vestido laranja claro, jaqueta jeans e sapatilha. Estava linda, mais ainda. Segurei sua mão e fomos para o carro. Kenny dirigiu. Chegamos em poucos minutos, havia fãs ali. Fiz questão de descer antes e acenar para elas, eram muitas. Elas respeitaram umas as outras e não começaram a empurrar. Tirei foto na frente delas com a câmera do Scooter e disse que postaria no site. – Eu amo vocês minhas garotas – Entrei. Anne me esperava de braços abertos.
- Que gesto lindo meu amor – Falou sorrindo. Abracei-a. – Me orgulho muito de você, Drew. – Sorri e a beijei. Foi um beijo carinhoso, romântico e, ninguém atrapalhou.
- Fico feliz por saber que estou deixando as pessoas que amo, orgulhosas de mim. – Sussurrei e dei-lhe um selinho. Fomos para a sala onde os repórteres esperavam. Anne sentou na ultima fileira de cadeiras. Eu respondia tudo com calma e sinceridade até que um homem levantou a mão. – Pode falar.
- Nos responde a verdade Bieber. Você está namorando? – O homem perguntou sorrindo curioso. Olhei para Anne e ela arregalou os olhos.
- Não quer fazer outra pergunta? Por favor, faça outra pergunta. – Respondi rindo. O repórter riu e pegou um papel.
- Você disse para suas fãs, no Twitter, que irá fazer uma videoconferência hoje, para que todas assistam. Pode adiantar o assunto? – Perguntou. Neguei com a cabeça. – Tem alguma relação com minha pergunta anterior?
- É uma surpresa, assista e saberá. – Falei sorrindo. Ele assentiu e se sentou. Respondi mais algumas perguntas e me despedi. – Obrigado pela paciência, compreensão e pela presença de todos aqui. Até mais. – Acenei e sai. Fui para o carro. Anne chegou um pouco depois. – Amor! – A beijei. Anne me empurrou e sorriu.
- Posso saber qual é a surpresa? – Perguntou. Abaixei a cabeça e ri.
- É uma surpresa. – Disse rindo. Anne cruzou os braços e fez bico. Dei-lhe um selinho e a claridade que vinha de fora da garagem, invadiu o carro. Abri o vidro, o suficiente para minha mão aparecer, e acenei para as fãs. Logo saímos de perto da multidão de garotas e chegamos ao hotel. Mama Jan me disse para não ficar falando e me mandou ir descansar.  Anne foi para seu quarto e eu para o meu e dos garotos. Ryan e Chaz estavam assistindo um jogo de futebol e me deram espaço no sofá. Ficamos vendo o jogo e depois resolvemos sair. Chamamos Anne, ela não quis ir. Andamos pela cidade com Kenny, tiramos fotos, nos divertimos. Quando voltávamos para o hotel, uma garota nos parou, ela estava com pouca roupa. Apesar do sol, estava frio. Ryan e Chaz a olharam dos pés à cabeça e sorriram maliciosos. Tentei me afastar, mas ela me abraçou.
- Eu te amo Bieber – Ela disse. A empurrei com cuidado e sorri. – Não é amor de fã, eu te amo muito, muito mesmo. – Ela beijou minha bochecha, por pouco não foi na boca. Afastei-me e sai dali, sem dizer nada.
- Bieber como pode dispensar essa gata? – Ryan perguntou a olhando.
- Eu tenho uma namorada melhor. – Disse ainda constrangido pela cena da garota.
- Isso mesmo – Chaz falou rindo. Ryan bateu em minhas costas e assentiu. Chegamos ao hotel e Anne estava no quarto, assistindo filme, segundo Scooter. Bati na porta e entrei. Ela via Never Say Never e chorava. Fechei a porta e corri para abraçá-la.
- Meu amor, não chore! – Disse enxugando suas lágrimas. Anne parou o filme e me olhou com ódio. Franzi a testa, confuso.
- Sai daqui Bieber – Ela falou séria. – Vai embora, não quero falar com você. NUNCA MAIS, SAI DAQUI – Ela gritou.
- O que eu fiz? – Perguntei, não sabia o porquê dessa rejeição. Anne começou a chorar mais ainda. – Me diz o que aconteceu?
- Não sabe? ENTÃO ERA SEU IRMÃO GEMEO QUE ESTAVA BEIJANDO UMA GAROTA NAS RUAS DA ESPANHA? ERA UM CLONE?
- Do que você está falando? Eu não beijei ninguém... Anne? – Ela apontou a porta. – Eu não fiz isso.
- Por favor, Justin me deixa em paz – Ela falou tentando parecer calma. Sai dali. Meus olhos estavam lagrimejando. Entrei no quarto e Ryan me olhou. Chaz estava no banheiro.
- O que foi? – Ry perguntou preocupado. Balancei os ombros e ele caminhou em minha direção. – Anne está bem? Vocês brigaram? O que houve?
- Eu não sei Ryan, ela me disse várias bobagens e me mandou sair do quarto. Eu não sei o que aconteceu. – Falei irritado e ele arregalou os olhos. A porta se abriu e Scooter entrou desesperado e gritando.
- Você beijou outra garota Justin? POR QUÊ? VOCÊ TEM NAMORADA, ESQUECEU? – Ele perguntou. Coloquei as mãos na cabeça, era muita informação. – QUEM É ESSA GAROTA? POR QUE ESTAVAM SE BEIJANDO? POR QUE MAGOOU ANNELISE? – Ele perguntou de novo.
- O QUE EU FIZ PELO AMOR DE DEUS, EU VOU FICAR LOUCO. – Gritei mais alto e Scooter me deu o notebook. Era uma foto da “garota com pouca roupa” me abraçando. Só que em um ângulo que parecia que nos beijávamos. O titulo era: “Será essa a surpresa de Justin Bieber?”. – É isso? Eu não a beijei, ela chegou e disse que me amava, me abraçou, ela tentou me beijar, mas eu a deixei sozinha. Ryan, Chaz e Kenny estão de provas, eu não a beijei.
- É verdade Scooter, Justin até empurrou a garota. – Ryan disse. Deixei o notebook nas mãos do Scooter e corri para o quarto da Anne. Mamãe abriu a porta.
- Eu preciso falar com ela. – Disse entrando. Mamãe nos deixou a sós. Anne me ignorava, seu rosto estava vermelho. – Eu juro que não beijei aquela garota, eu juro.
- Para de mentir, a foto está nítida. – Ela falou nervosa.
- Não, não está. Esta garota me abraçou e quando eu fui empurrá-la, o paparazzi tirou a foto, mas não nos beijávamos. Por favor, acredita em mim. – Anne me olhou e suspirou. – Eu estou dizendo a verdade, nunca te trairia.
- Justin a foto... – A interrompi.
- São minhas palavras. – Insisti. – Ry, Chaz e Kenny estavam comigo, eles viram que eu não a beijei.
- Eu não sei – Ela abaixou a cabeça. Aproximei-me e ergui seu queixo.
- Eu te amo, nunca vou fazer isso com você – Anne olhou para os lados e depois me abraçou. Coloquei as mãos em seu rosto e a beijei. Bateram na porta. – Pode entrar.
- Anne é verdade, Justin não beijou a garota... – Ryan parou quando nos viu de mãos dadas. – Não precisou de mim? Poxa queria ajudar.
- Sai daqui. – Joguei o travesseiro nele e, correu para fora do quarto. Anne me beijou. Inclinei-me, ela deitou e eu continuei o beijo. Ficamos juntos por bastante tempo. Até a surpresa.

Annelise narrando  
Fui tomar banho, estava cansada de chorar. Demorei bastante para sair. Justin me esperava no quarto. Coloquei um vestido florido e prendi o cabelo em rabo de cavalo, deixando a franja solta. Sai do banheiro para pegar a maquiagem. Justin estava deitado na cama, com o notebook na perna. Ele estava falando e se calou quando me viu. Ignorei. Peguei o estojo de maquiagem e entrei no banheiro. Passei lápis de olho preto, fraco e rímel. Deixei o estojo ali e sai do banheiro. Justin me chamou com as mãos. Dei um beijo em sua bochecha e olhei para a tela do notebook. Ele estava fazendo uma videoconferência. Afastei-me rapidamente e fuzilei-o.
- Amor, vem aqui, as beliebers querem te ver. – Ele estendeu a mão. Olhei para seus olhos e segurei sua mão. Sentei ao seu lado e acenei para a tela. Justin colocou a mão sobre os comentários e me olhou. Sorri. – Garotas que amo conheçam Annelise, minha namorada.
- Oi beliebers – Disse. Estava nervosa, era mais tenso do que conhecer a equipe, apesar de nem vê-las. Justin segurou minha mão e apertou. Ficamos “conversando” com as fãs por um tempo. Depois fomos almoçar. Fomos sozinhos a um restaurante. Justin pediu spaghetti. Terminamos e fomos ao shopping. Justin me deixou em uma loja e disse que não demorava. Fiquei olhando livros. Comprei alguns e sentei em um banco para ler. Li dez paginas e quando ia mudar senti alguém me abraçar por trás. Assustei-me. Levantei do banco e olhei, era Justin. Ele começou a rir. Cruzei os braços e olhei para o relógio no meu pulso. Arregalei os olhos, o relógio marcava 15hrs. – JUSTIN EU VOU TE MATAR! – Gritei. Ele parou de rir e levantou as mãos.
- Eu não queria te assustar assim, me desculpe. – Justin me abraçou.
- Justin o avião já deve estar longe agora, era para eu estar indo embora. – Disse.
- Qual o problema? Transferimos a passagem para amanhã – Ele estava calmo, feliz.
- Você fez de propósito? – Perguntei com uma sobrancelha arqueada.
- Eu? Eu não fiz de propósito, eu não sabia que horas você ia, eu não sabia, é sério... – Ele estava mentindo. Comecei a rir e Justin cruzou os braços. – Eu quero que você esteja comigo no show hoje.
- Era só dizer Justin, mas agora você vai ter que resolver com meus pais. – Ele assentiu e pegou o celular. – Agora não. – Peguei o celular da sua mão e o beijei. Uma luz forte nos interrompeu. Afastei-me e olhei para o lado. Um flash quase me cegou. Do nada vários repórteres começaram a nos perguntar coisas. Justin olhou em meus olhos e sorriu, fiquei menos preocupada.
- Vocês namoram há quanto tempo? – Uma mulher perguntou.
- Um mês – Justin falou sorrindo – E dois dias.
- Como se conheceram? – Outra pessoa perguntou – Se lembram?
- Claro que sim, foi á 17 anos, ela estava com um macacão lilás, uma touca roxa, e tinha uma luva branca, nas mãos. Estava linda. – Todos ficaram confusos.
- Justin estava com um macacão azul e uma touca verde. – Disse rindo.
- 17 anos? – Alguém perguntou.
- Sim, nossas mães são amigas, quando Anne nasceu eu já tinha três meses. A minha mãe foi visitá-la um mês depois do nascimento. – Todos sorriram. – Então foi assim que nos conhecemos, e agora temos que ir. Até mais. – Justin segurou minha mão e correu. Entramos em um taxi e voltamos ao hotel. Scooter estava desesperado. Ele soltou o celular e correu em nossa direção.
- ESTÃO MALUCOS? COMO SAEM SEM AVISAR E DEIXAM O CELULAR DESLIGADO? QUAL O PROBLEMA DE VOCÊS? – Ele gritou. Abaixei a cabeça. Ele estava nervoso. – Desculpe, não queria gritar, mas eu me preocupo com vocês, não podem fazer isso. – Disse calmo.
- Desculpe – Justin e eu falamos juntos. Scooter nos abraçou.
- Justin para a passagem de som agora. E você Annelise, liga para seus pais, eles estão preocupados. – Scooter puxou Justin, que segurou minha mão, fazendo-me segui-los. Entramos no carro e fomos para o local do show. Havia fãs ali, cantando, dançando, chorando, conversando.
- Tem como eu falar com elas? – Justin se referia as fãs. Scooter diminuiu a velocidade. Justin abriu o vidro e colocou a cabeça para fora. – Ei garotas, eu amo vocês. Todas vocês. – Elas começaram a gritar. Uma grade impedia que chegassem perto do carro. Scooter acelerou e entrou na garagem. Justin estava sorrindo como bobo. Ele me olhou e eu o selei. – Deixe-me ligar para seus pais. – Ele tirou o celular do bolso e ligou. – Oi John, tudo bem?... Eu peço desculpas por ter feito Anne perder o vôo, ela esta bem, fique tranqüilo... Marie ela vai amanhã, eu prometo que não a faço perder o vôo.
- Me deixa falar – Ele me entregou o celular.
“Oi mãe”
 “Annelise eu fiquei preocupada”
 “Eu estou bem, vou assistir o show do Justin”
 “Que bom que vocês estão felizes”
 “É muito bom” – Olhei para Justin e apertei sua bochecha.  – “Vou desligar mãe, nos vemos amanhã, beijo”
 “Se cuida querida, nós te amamos” – Ela desligou. Entreguei o celular para o Justin e desci do carro. Caminhamos para dentro da arena e pude ver o palco montado. Estava lindo. Os instrumentos estavam todos no palco. Ainda arrumavam algumas coisas, mas estava tudo lindo. Justin segurou minha mão e beijou-a.
- É incrível Justin.

- Com você aqui vai ser incrível ao quadrado – Ri e ele me abraçou. – Eu vou fazer a passagem de som, as garotas já estão entrando.

- Vai lá e faz o melhor ao cubo ok? – Justin riu e me beijou. Coloquei as mãos em seu rosto e parei o beijo com selinhos. Justin sorriu e se afastou. – Anda Justin, suas garotas estão esperando.

- Tem uma que está me dispensando. – Ele disse rindo. Bati levemente em seu braço e o abracei.

- Quem é a loca? – Disse sarcástica. Justin sorriu e me beijou. – Vai Justin – O empurrei, interrompendo o beijo.

- Quando eu conheci a loca, ela usava um macacão lilás. – Ele disse e saiu andando. Fiquei ali rindo. Até Scooter me chamar. Olhei para ele e sorri.

- Você quer assistir mais de perto? – Ele perguntou. Olhei para o palco e para as fãs se ajeitando na platéia e, neguei com a cabeça.

- Deixe-as ter seu momento. Sei o quão ruim é você querer um tempo com alguém que está focado em outra pessoa. – Scooter assentiu e riu. – Ryan e Chaz estão aqui?

- Sim, estão ali – Scooter apontou para a platéia. Ryan e Chaz tiravam foto com as beliebers. – Vai lá Anne. – Olhei para ele novamente e suspirei.

- Tudo bem, mas se Justin ficar me olhando eu saio – Falei e Scooter riu. Fui até Ryan e Chaz e eles me abraçaram. – Continuem tirando foto, eu não quero atrapalhar.

- Annelise – Uma garota gritou e todas formaram um circulo envolta de mim. – Justin está muito apaixonado, o brilho nos olhos dele demonstra tudo.

- S-Sério? – Eu estava com vergonha, medo, insegurança.

- Você é tão linda, quando se conheceram? – Outra garota perguntou. Vi Dan Kanter no palco, ele ria da situação.

- Nos conhecemos desde sempre. – Falei sorrindo. Um som horrível saiu do microfone e todos olharam para o palco. Justin estava ali. As garotas correram para perto do palco e começaram a gritar. Ryan e Chaz me chamaram para sentar com eles, bem longe do palco. Assistimos a passagem de som, depois Justin foi para o Meet&Greet. Não nos falamos por mais de duas horas. Ficamos na platéia esperando à hora do show. Chaz e Ryan estavam conversando com as meninas, lê-se paquerando as beliebers. Peguei meu celular e digitei uma mensagem a eles, “Não sei se vocês sabem, mas eu sou uma garota e, não vou deixar que suas namoradas ganhem chifres, por mais que odeie uma das namoradas, nenhuma garota merece isso”, mandei aos dois a mesma mensagem. Vi eles pegarem o celular para ler.  Eles me olharam e caminharam em minha direção. Ryan sentou em uma cadeira do meu lado e Chaz sentou no meu colo. – Sai Chaz, você é pesado. – Tentei tira-lo, mas foi em vão.

- Vai ter que aguentar sua fraca – Ele disse rindo. Revirei os olhos e ele beijou minha bochecha. – Quem disse que vou trair minha namorada?

- Ninguém disse isso. – Falei sorrindo. Chaz me encarou sério. – Eu falei que não vou as deixar ganhar chifres, não que vocês vão colocar chifres nelas. – Chaz continuou sério. – Por favor, Charles sai. – Ele se levantou e cruzou os braços.

- Você sabe que eu nunca faria isso com uma garota Anne – Chaz disse. Assenti e cruzei as pernas. Ryan fez sinal para Chaz sair dali e ele me mandou beijo no ar antes de sair, mandei outro a ele.

- Anne nós não conversamos sobre o acontecido com a Isabella. – Ry disse sério. Olhei para ele e esperei a continuação. – Eu terminei com ela. – Ele disse com dificuldade. Arregalei os olhos. Ryan abaixou a cabeça.

- Eu não acredito que fez isso Ryan, eu não queria causar isso, eu... Desculpe-me, eu juro que não queria isso... – Ele fez sinal para que eu parasse de falar.

- Ela disse que não continuaríamos juntos se não me afastasse de você, do Chaz e do Justin. – Ele falou com raiva. – Disse para me afastar das pessoas que estiveram comigo desde o começo, isso é inaceitável. – Lágrimas faziam seus olhos brilhar.

- Você gostava dela, não é? – Perguntei olhando em seus olhos. Ryan suspirou.

- Eu amava a personagem dela. Bella fingia gostar de você, mas no fundo queria nos afastar. – Ele enxugou as lágrimas. – Isso nunca vai acontecer, vocês são meus amigos, minha segunda família, minha segurança, minha vida. Não se troca amigos por um amor, nem que esse amor seja muito forte.

 - Você está bem Ry? – Perguntei e ele assentiu sorrindo. – De verdade? – Insisti e ele riu.

- Eu estou muito bem. – Sorri e o abracei. – Obrigada por estar comigo sempre.

- Sempre estarei. – Beijei sua bochecha. - Agora volte para as beliebers, elas estão olhando. – Ele beijou minha testa e se levantou. Senti mãos  em meus ombros de pulei da cadeira. Olhei para trás e vi Dan Kanter. – Oi – O abracei.

- Como está querida? – Ele perguntou sorrindo.

- Bem, e você? – Dan olhou para os lados e segurou minha mão.

- Eu estou bem, agora venha, Justin pediu para que eu te “sequestrasse” para ele. – Me puxou. Passamos por vários corredores, as pessoas nos olhavam sorrindo. Dan parou em frente a uma porta branca com o número 6 pintado. – Entre, ele está te esperando. – Sussurrou.

- Por que você está sussurrando? – Perguntei quase gritando. Dan me calou com a mão esquerda. Comecei a rir.

- Justin tem que se concentrar e disseram a ele para não te ver, mas eu sei que ele não vai sossegar se não te ver – Dan sussurrou. Assenti e girei a maçaneta. – Não demore, por favor. – Ele saiu dali. Entrei. Justin não estava ali. Vi outra porta, provavelmente era um banheiro. Sentei no sofá que tinha ali e fiquei olhando as roupas.

CONTINUA...

Meninas me desculpem, fiquei sem internet, nem deu pra avisar, perdão. Obrigada quem avisou do erro, é capitulo 13 mesmo, haha' Obrigada por lerem e fico muito feliz que gostam :D