quarta-feira, 23 de maio de 2012

Imagine Belieber "Gotta be you" - Cap. 40


Três anos se passaram...

Justin POV

Foram três anos de adaptação da minha vida sem ela. Algo que eu nunca pensei que aconteceria. Mas aconteceu. E por incrível que pareça, estou melhor do que deveria. Finalmente consegui um empresário com interesse além do dinheiro, mas não abandonei meu emprego de garçom. Ao menos trabalho em um lugar divertido, uma lanchonete para crianças. Às vezes me sinto como pai delas e algumas memórias me vêm à mente, mas nada que me faça entrar em depressão ou querer voltar a viver o passado. Bom, estou ficando velho, mas as oportunidades estão aparecendo mais que antes e sinto que agora minha vida irá se endireitar.
- Olá Senhor Bieber! – Julieta sorriu e me entregou Alice.
- Eu não posso ficar com ela, tenho que resolver a papelada da minha casa. – Disse colocando Alice no chão. Não contei isso. Pois é, consegui juntar dinheiro para comprar uma casa e um carro. Humildes, mas são meus. Finalmente.
- Por favor! – Julieta me implorou.
- Tudo bem. – Suspirei e peguei a bolsa da Alice.
- Volto antes de anoitecer. – Julieta saiu do meu apartamento.
- Como está a minha princesa? – Perguntei apertando suas bochechas rosadas.
- Tio Justin, porque sua namorada está aqui? – Alice perguntou olhando algo atrás de mim. Lauren sorriu. Ela vestia uma camisa minha. Foi então que percebi que eu estava sem camisa, apenas com um short.
- Espere só um segundo princesa. – Coloquei Alice sentada no sofá e mudei a TV para a Discovery kids. Corri até Lauren e a empurrei até o quarto.
- Bom dia para você também. – Lauren me beijou. Afastei-a, separando nossos lábios. – O que foi?
- Você não devia estar aqui. – Fechei a porta do quarto.
- A garota... É a sua afilhada? – Ela perguntou rindo. Assenti. – Ela disse que sou sua namorada.
- Ela sabe que não é, nós sabemos que não é. – Peguei as roupas de Lauren e a entreguei.
- Justin, nós estamos saindo há três meses. – Lauren me empurrou contra o armário e se aproximou. – Eu realmente gosto de você.
- Eu também gosto de você, mas eu avisei que não iria passar de encontros. – Olhei em seus olhos. – Você é linda Lauren. Pode encontrar alguém que a faça feliz.
- Você me faz feliz. – Ela me beijou novamente. Eu correspondi ao beijo, mas foi um beijo curto. Afastei nossos lábios rapidamente.
- Sabe que não. – Esquivei-me e dei alguns passos para trás.
- Tem medo de mim? – Ela fitou o chão, cabisbaixa.
- Não! Garota você tem uma vida inteira pela frente. Vá se divertir, quando for o momento certo irá encontrar o cara que te fará especial. – Segurei seus ombros. – Desculpe por não ser esse cara.
- Pode sair? Vou me trocar. – Ela tirou minha camisa e colocou a dela. Sai do quarto e coloquei a camisa. Entrei na sala e Alice não estava ali. Procurei na cozinha e a encontrei mexendo nos armários.
- O que está fazendo? – Perguntei da porta.
- Por que tem fotos aqui? – Ela me mostrou. – Mamãe tem uma foto com essa menina. – Alice entregou a foto a mim. – Você estava beijando a moça nessa. – Ela entregou outra. Eu não sabia que ainda guardava isso. Não uso essa cozinha, na verdade. – Quem é titio? – Pensei que estava curado daquele amor, só pensei.
- É Alice? – Ouvi a voz da Lauren e me virei. Seu rosto estava molhado por lágrimas. – Ela é a garota que te fez nunca mais querer se apaixonar?
- É Alice! – Respondi. Lauren enxugou o rosto.
- Ficam lindos juntos. É uma pena não dar certo. – Lauren virou-se. Acompanhei-a até a porta. – Adeus Justin.
- Se cuida. – Sussurrei e ela saiu do apartamento. Fechei a porta e quando me virei Alice me olhava.
- Vamos ao parque? – Ela pediu pegando a boneca que estava deitada no sofá.
- Deixa eu tomar um banho e nós já vamos. – Pisquei para ela e tranquei a porta do apartamento. – Fique aqui. – Coloquei-a no sofá. – Se não sair eu compro um balão para você.
- Ok. – Alice beijou minha bochecha e se afastou rindo.

Alice POV
 
 É meu último ano na faculdade, eu estou recuperada da depressão. Estou trabalhando em um escritório de arquitetura há um ano. É um ótimo lugar para trabalhar. O meu chefe é gentil e reconhece um bom funcionário. Meu salário é ótimo, juntei o suficiente para comprar um carro. Ryan e Melissa estão noivos e pretendem se casar no fim do ano. Realmente tudo se ajeitou.
- Bom dia Alice! – Andrew sorriu ao entrar na minha sala.
- Bom dia chefe. – Sorri. Ele caminhou até mim e me deu um selinho.
- Vim te ajudar a desempacotar as caixas. – Ele mordeu o lábio e piscou. Agora tenho minha própria sala no escritório. E estou saindo com meu chefe. Eu nunca pensei que ele poderia gostar de mim. Andrew é um homem muito lindo e muitas mulheres caiem em seus pés. Não sei o que ele viu em mim.
- Obrigada. – Desliguei o notebook e o ajudei. Nós passamos a tarde toda arrumando minha sala. Andrew ficava me roubando selinhos e às vezes me fazia cócegas. Foi divertido.
- Essa é a ultima. – Ele pegou uma caixa pequena e abriu. Andrew desfez o sorriso e ficou olhando para dentro da caixa.
- O que? – Peguei a caixa e vi várias fotos, principalmente do Justin. Fiquei em silêncio, apenas observando as fotos. Justin. Ah, quanto tempo não falo com ele ou o vejo. Peguei uma foto nossa e senti um meu coração acelerar.
- Quem é? – Andrew tirou a foto da minha mão e deixou a caixa na mesa. Olhei-o confusa – O cara! – Andrew abraçou minha cintura e acariciou meu rosto.
- É um amigo. – Dei de ombros e me soltei. Justin, esse nome sempre me fez ficar arrepiada. Ver seu rosto sempre faz meu coração acelerar.
- Você beija seus amigos? – Ele olhou uma das fotos.
- Faz tempo que isso aconteceu. – Peguei a foto e guardei na caixa. – Bom, já terminamos. Vamos almoçar? – Segurei sua mão e o puxei. Andrew me levou a um restaurante. Nós almoçamos e depois fomos a um parque.
- Amor. – Ele me deu um longo selinho. – Eu percebi que aquelas fotos... – Andrew se afastou. – Elas mexeram com você.
- Está enganado, eu só não as via há tempos, mas é passado. Não sinto mais nada por ele. – Falei rapidamente. Andrew olhou em meus olhos e riu.
- Ficou nervosa. – Ele segurou minha mão.
- Não fiquei. – Desviei o olhar.
- Se nós tivéssemos algo mais sério, você jogaria aquelas fotos fora?
- Nós não temos algo mais sério. – Dei de ombros.
- É o Justin, não? O cara que te deixou em depressão, foi por causa dele que ficou no hospital não?
- Como sabe disso? – O olhei.
- Nós avaliamos nossos funcionários antes de emprega-los. – Andrew estava sério. – Esquece esse cara!
- Eu já esqueci. – Fitei o chão. Andrew me observava atento.
- Então podemos juntos jogar aquela caixa fora? – Ele perguntou se aproximando. O olhei e Andrew me beijou.
- Não vou jogar fora. – Afastei-o. Andrew me olhou confuso. – Eu não posso jogar.
- Ainda tem esperança de voltar com ele? Alice não quero me apaixonar e depois quebrar a cara.
- Eu não queria dizer isso, mas... – Olhei em seus olhos. – Não se apaixone. – Virei-me.
- É tarde demais. – Ele segurou meu braço.
- Eu sinto muito. – Soltei-me e corri dali. Eu deveria ir para o escritório, mas corri para casa. Ed estava jogando videogame na sala e me olhou preocupado.
- Não devia estar...
- Ed, você tem contato com o Justin? – Perguntei e ele assentiu. – Pode ligar para ele?

Justin POV

Voltei para casa, Alice havia dormido, carreguei-a até o apartamento. Lauren estava sentada em frente a minha porta.
- Eu esqueci meu celular. – Ela levantou e pegou as chaves da minha mão. Levei Alice até meu quarto e a coloquei na minha cama. Ouvi o telefone tocar na sala.
- ATENDE PARA MIM LAUREN? – Gritei, por um momento me esquecendo de que Alice dormia. Voltei à sala e Lauren colocava o telefone no gancho. – Quem era?
- Não sei, não falou nada e desligou. – Lauren deu de ombros. Fiquei pensando em quem seria. – Eu pensei no que disse e esta certo.
- Sobre o que?
- Sobre encontrar a pessoa certa. Eu sei que vou encontrar e eu não devia ser tão dura contigo. – Ela sorriu fraco. – Me desculpe Justin.
- Tudo bem. – Abracei-a.
CONTINUA...

Brazilian Belieber Eu me lembro :) certo, você disse! obrigada por ler s2

Comentem beliebers!!!

sexta-feira, 18 de maio de 2012

Imagine Belieber "Gotta be you" - Cap. 39





Justin POV

Acordei e percebi que Jazzy não estava ali. Pulei da cama e peguei Jaxon no colo, ele estava brincando com os dedos dos pés. Desci a escada apressado e comecei a procurar.
- JAZMYN! – Gritei enquanto procurava embaixo da mesa da sala. – JAZMYN, ONDE VOCÊ ESTÁ?
- Oi. – Virei-me e Melissa sorria para mim. Jazzy segurava sua mão sorrindo.
- Que susto. – Suspirei aliviado.
- Seu pai ligou para o Ryan e pediu uma força aqui para você, porque a festa do casamento estava boa e eles ficaram lá na cidade para passar a noite. Então nós viemos.
- E aqui a mamadeira. – Ryan saiu da cozinha e Jazzy pegou a mamadeira de leite da sua mão.
- Obrigada. – Ela disse e saiu correndo para deitar no sofá.
- Valeu gente. – Sorri fraco e senti um cheiro ruim sair da fralda do Jaxon. – Argh! – Olhei para Melissa.
- Nem pensar, o irmão é seu. – Ela se escondeu atrás do Ryan.
- Quando está limpinho é fofo, agora, ninguém quer pegar o bebê. Olha o bullying Jaxon. – Subi a escada e o coloquei no trocador. Afastei-me e abri a fralda. – UH, OH MY GOD JAXON! – Fechei o nariz e tirei a fralda. Joguei no lixo e limpei a sujeira. Resolvi dar um banho nele. Não foi tão difícil. Depois, consegui colocar outra fralda e a roupa. Jaxon me olhou e fez cara de choro. – Não, não chora, já acabou. – Levantei-o. Era tarde. Ele começou a chorar. Peguei-o no colo e desci a escada.
- A mamadeira dele! – Melissa me entregou. Deitei Jaxon no meu colo e lhe dei o a mamadeira. Ele tomou todo o leite em segundos.
- Nunca mais direi que quero filhos para montar um time de futebol. – Suspirei e Melissa pegou Jaxon do meu colo.
- Cara, tem coco no seu rosto. – Ryan falou com nojo. Arregalei os olhos e sai dali correndo. Entrei no banheiro e aproveitei para tomar banho.
[...]
- Justin? – Ryan entrou no quarto.
- Pode entrar cara. – Peguei qualquer camisa e vesti.
- É sério que você vai embora? – Ryan me olhava triste.
- Eu já fui muitas vezes, mas dessa vez aprendi que não devo voltar. – Respondi. Ryan abaixou a cabeça.
- Não vou dizer para ficar, porque sei que vai voltar. – Ele deu de ombros.
- Não vou cara, dessa vez não, pode apostar. Eu não volto! – Disse com certeza.
- Bom, eu só queria saber isso. Na verdade é porque Alice me perguntou, então... – Ryan saiu do quarto antes que eu pudesse perguntar algo.
- ESPERA CARA! – Gritei e corri atrás dele. – RYAN! – Ele voltou os degraus da escada e me olhou. – Ela perguntou?
- Sim, se você iria embora. Eu falei que iria. – Ele disse tranquilo.
- E o que ela disse? – Perguntei.
- Nada Justin, não é importante. – Ryan ia descer a escada.
- RYAN! – Gritei mais uma vez. – O que ela disse? – Repeti a pergunta.
- Que assim será melhor. – Ele respondeu e desceu a escada. Fiquei ali, parado, olhando nada e pensando em tudo.
 [...]
Era hora do almoço. Meu pai e Erin não deram sinal de vida. Melissa e Ryan foram embora e as crianças estavam inquietas. Peguei os dois e coloquei dentro do carro, em suas cadeirinhas.
- Quer comer o que Jazzy? – Perguntei a olhando.
- Quero hot dog. – Ela falou sorrindo. Assenti e entrei no carro. Dirigi até uma praça, onde vi um carrinho de hot dog. Estacionei o carro e peguei as crianças. Jazmyn segurava minha mão e Jaxon estava no meu colo.
- Olha lá Justin. – Jazmyn puxou minha mão e apontou algo. Segui com o olhar para onde ela apontava. Zayn empurrava uma cadeira de rodas, onde Alice estava sentada. Fiquei os olhando por um tempo. Ali sorria, feliz. Jazmyn soltou minha mão e correu até eles.
- JAZMYN! – Gritei e a segui. Alice me olhou séria. Jaxon começou a bater as mãozinhas e a pular no meu colo.
- Hey garoto. – Alice o pegou. Zayn estava agachado, ouvindo o que Jazmyn contava a ele. – Está com fomo Jaxon?
- Eu estava indo comprar um lanche para eles. – Disse e Alice me olhou.
- Vai dar um hot dog para ele? – Ela franziu a testa. Olhei para o chão e balancei os ombros.
- Querem almoçar em casa? É aniversário vovô. Estamos procurando um presente para ele. – Alice falou.
- Não precisa, vou procurar algo para eles comerem. – Peguei Jaxon.
- Justin. – Alice segurou meu braço. – Não vamos ficar nos evitando, por favor. – Ela pediu olhando em meus olhos. – Quer almoçar na minha casa Jazzy? – Alice perguntou e Jazmyn me olhou.
- Tudo bem. Eu estou de carro. – Apontei e eles nos acompanharam.
[...]
Jaxon fez bagunça com a comida e se sujou todo. Todos ficavam me olhando. Principalmente Catarine. Percebi que ela caminhava em minha direção e olhei.
- O que faz aqui Justin? – Ela tomou um gole do vinho e me encarou.
- Alice insistiu. – Respondi.
- Eu não disse para...
- Qual o problema comigo Catarine? Pensei que gostasse de mim. – Perguntei alterando o tom de voz.
- Eu gosto...
- Não. Porque respeitaria o que sinto por sua filha.  Devia agradecer por alguém ama-la com respeito, como eu faço. – Levantei e levei Jaxon até o banheiro. Limpei suas mãos e seu rosto e enxuguei. A porta estava aberta e percebi que Alice me olhava da sala. Ela desviou o olhar quando eu percebi. Procurei Jazmyn. Ela brincava com Niall. – Olá. – Sorri fraco.
- Justin, nós vamos casar quando ela crescer, que fique ciente disso. – Niall me disse rindo.
- Ah claro, eu quebro seus dentes antes de pensar nisso. – Falei no mesmo tom de brincadeira.
- Hey cara, e a música? – Liam perguntou.
- Sei lá cara, acho que não dá mais para mim. – Dei de ombros.
- Sério? – Olhei para o lado. Alice me encarava, ela estava de pé, mas com muletas. – Vai desistir?
- Não faz diferença. – Olhei em seus olhos.
- É um idiota mesmo. – Alice virou-se e saiu dali.
- Somos dois idiotas. – Falei alto. Ela parou e depois voltou a se afastar.
- Idiota? – Jazzy me olhou confusa.
- Vamos embora Jazmyn. – Peguei sua mão. Ela acenou para os garotos e beijou a bochecha do Niall.
- Até mais! – Acenei e sai dali. Eu nem dei parabéns ao aniversariante, mas não importa, ninguém se importa com minha presença. Ninguém. Nem mesmo ela.
[...]
Voltei para casa e meu pai estava assistindo TV. Apenas deixei as crianças e me despedi. Eu estava certo da minha decisão. Ninguém me faria ficar dessa vez. Antes de me despedir da minha mãe, passei na praia e fiquei um tempo ali, lembrando os bons momentos. Apesar de todo sofrimento, houve bons momentos, muitos, e todos foram verdadeiros. Todo meu amor foi verdadeiro. Cada palavra, cada suspiro, cada olhar, cada toque, cada beijo, cada abraço. Foi tudo real. Eu a amei com toda intensidade, como todo meu coração. Mas por que “amei”? Eu ainda a amo, sempre vou amar. Porque o que é real não acaba, o amor prevalece. E, ao menos dento de mim, ele vai permanecer para sempre.
- E aí cara. – Virei-me. Ben me jogou uma garrafa de vodka e sorriu.
- O que quer aqui? – Fuzilei-o com os olhos.
- A praia é pública. – Ele falou. – Te vi e decidi ajudar. Pode ficar com essa também. – Ele me entregou a outra e saiu dali. Eu não vou beber, não vou beber... Abri a garrafa e bebi quase tudo em três goles. Balancei a cabeça e senti aquilo queimar dentro de mim. Fazia tempo que eu não bebia. Bebi as duas garrafas e senti tudo girar. Comecei a rir sozinho e minha mente se embaralhou. Caminhei cambaleando até a casa da Alice e toquei a campainha.
- ALICE! ALICE! VEM AQUI MEU AMOR! – Gritei. Eu não sabia o porquê estava fazendo isso, nem se era certo.
- Justin o que... – Ela me viu e suspirou decepcionada. Alice abriu a porta e me encarou.
- Oi. – Sorri.
- Por que bebeu Justin? – Alice perguntou nervosa.
- Eu queria fazer as pazes. – Falei e cai em seus braços.
- Vai embora. – Alice me empurrou. – Some da minha vida Justin! – Ela fechou a porta na minha cara. Afastei-me e cambaleei até minha casa. Até um bêbado tem sentimentos, e aquilo doeu para caramba.
- JUSTIN! – Minha mãe gritou ao me ver. – QUEM TE DEU BEBIDA? – Ela me puxou para dentro de casa.
- Ben.
- E VOCÊ TINHA QUE BEBER? – ELA CRUZOU OS BRAÇOS. – Filho. – Mamãe me olhou com dó. Todos tem dó de mim. Estou cansado disso. Esquivei-me e subi a escada, tranquei-me no quarto.
[...]
Acordei, no outro dia com ressaca. Minha cabeça estava a ponto de explodir, mas mesmo assim levantei e tomei banho. Depois, limpei a bagunça do meu quarto e guardei minhas roupas na mala. Deixei tudo organizado. Não havia nada fora do lugar. Respirei fundo e deixei meu quarto, carregando minha mala. Mamãe estava na cozinha. Deixei a mala na sala e caminhei até o cômodo.
- Hmmmmmm. – O cheiro estava ótimo. – Panquecas, ovos, bacon. Delicia.
- Tudo para você, querido. – Mamãe sorriu e me abraçou. Beijei sua testa e me afastei. Sentei e mandei uma mensagem ao Ryan, para que viesse aqui. Mamãe e eu tomamos o café da manhã juntos. Conversando. Mamãe não tocou no assunto de porque eu bebi. Agradeci mentalmente por isso.
- Mãe, eu vou embora agora. – Falei quando ela levantou para lavar a louça.
- Mas, por quê? Pensei que voltaria a morar aqui. – Ela disse cabisbaixa.
- Não. Eu gosto de estar de volta ao Canadá. – Disse levantando. – Mas nos veremos sempre, pode falar comigo pelo computador também. – Abracei-a.
- Vou sentir sua falta querido. – Mamãe beijou minha bochecha e me abraçou.
- Eu te amo mamãe.
- Te amo filho. – Ela abaixou a cabeça.
- Ah, não chora! – Pedi enxugando a lágrima.
- Me ligue todos os dias, por favor. E Justin... – Ela segurou meu rosto. – Não beba, por mim, por você.
- Eu prometo mamãe. Se cuida ok?
- Você também. – Ela apertou minha bochecha e me soltou. Mamãe me acompanhou até a porta. Ryan já estava ali.
- Até logo mãe. – Beijei sua testa e entrei no carro do Ryan depois de guardar a mala. – E aí. – Falei sorrindo.
- Aonde vamos? – Ryan perguntou. Melissa me olhou curiosa.
- Ao aeroporto. – Disse e eles me olharam confusos. – Já esperei demais para ir.
- Cara... – Ryan ia fazer sermão.
- Eu estou bem, quero fazer isso. – Disse e ele dirigiu para o aeroporto. Desci do carro e me despedi deles.
- Se cuida Justin. – Melissa me abraçou forte.
- Se cuida pequena. E não se esqueça de me ligar sempre. – Segurei seu rosto e beijei sua testa. – Te amo Mel.
- Eu te amo Justin. – Ela sorriu e abaixou a cabeça antes de derramar as lágrimas.
- Irmão. – Falei sorrindo e Ryan me abraçou.
- Você é forte cara, não vá desistir dos sonhos falou?
- Tudo bem. Eu te amo parceiro. – Abracei Ryan ainda mais forte e ele se afastou.
- Eu também te amo. – Ele disse tímido. Ri e beijei sua bochecha. – Beleza, isso já estava muito gay.
- Beleza, chega. – Afastei-me. – Se cuidem e deem noticias. – Acenei e entrei no aeroporto. Por um momento passou por minha mente desistir da viajem, mas eu não podia. Já estava aqui. Dessa vez não tem volta.
CONTINUA...

Bianca pode ser :) o que eu serei?
Tayane obrigada, já estou melhorando, amém. É com certeza a Pattie ficou feliz, Justin é tão cute *-*  
 Véi da uma olhada na url dessa http://loucaspelojerry.blogspot.com haha LEIAM GIRLS!!!!!!!!!!!!!

COMENTEM!

quinta-feira, 10 de maio de 2012

Imagine Belieber "Gotta be you" - Cap. 38



Justin POV

Os enfermeiros colocaram Alice de volta na cama e ligaram os fios ao seu corpo, como antes. Ela insistia em sair dali. Alice estava desesperada. Ela ficava encarando a janela do quarto, e vou confessar que isso me dava medo, por isso não deixei o quarto nem um segundo se quer. A família dela inteira veio visita-la, mas eu não saia dali. Eles me encaravam com raiva, mas eu não fiz nada para eles. Alice não está aqui por minha culpa. Ou está e eu estou com tanto remorso que coloquei na cabeça que não tenho culpa alguma? Catarine foi a única que ficou no quarto. Ela me olhou séria.
- Justin, podemos conversar? – Ela perguntou. Assenti e me levantei.
- Eu não posso ouvir? – Alice a olhou.
- Não. – Catarine falou séria. Saímos do quarto. Encarei-a. – Não acha que está passando muito tempo aqui?
- Sim, mas não tenho nada para fazer. – Dei de ombros.
- Não tem uma carreira a batalhar? Não tem uma família? Não tem sua casa? Sua faculdade? – Ela cruzou os braços e franziu a testa.
- Tenho, não quer que eu fique aqui mais? – Perguntei confuso.
- Na verdade não, mas Alice gosta de você, então não posso fazer com que vá embora. Mas você pode ir por conta própria. – Catarine estava grossa comigo. Eu não fiz nada para ela.
- O que eu fiz para não me querer aqui?
- Alice está mais preocupada com sua presença do que com a da família dela, isso não é certo. – Ela explicou sem vontade e logo desviou o olhar para o chão.
- Talvez porque o que ela sente por mim seja real. Talvez porque existe amor entre nós. E isso não quer dizer que ela não ama a família, o nosso amor é diferente...
- Eu não quero saber Drew, quero minha família, quero a companhia dela, quero poder ficar apenas com ela. – Catarine me interrompeu ao terminar entrou no quarto novamente. Fiquei olhando para onde ela estava antes, sem reação. Entrei no quarto e Alice sorriu para mim.
- Posso falar com ela? – Olhei para Catarine, que pegou o casaco e saiu do quarto sem desfazer o olhar raivoso.
- O que aconteceu meu amor? – Alice abriu os braços. Aproximei-me e a abracei.
- Eu vou voltar para o Canadá, Alice. – Sussurrei e ela me afastou, desfazendo o abraço.
- VOCÊ DISSE QUE FICARIA AQUI COMIGO. – Ela gritou. Vi as lágrimas acumularem em seus olhos. Alice já havia desfeito o sorriso e feito um olhar furioso.
- Eu sei, mas eu preciso voltar. – Tentei tocar seu rosto, mas Alice não deixou.
- Isso já aconteceu antes, você já me deixou antes e voltou com outra. Justin, por que isso agora? – Ela derrubou as lágrimas escondeu o rosto.
- Meu amor. – Aproximei-me mais.
- NÃO ME TOQUE! – Ela gritou.
- Me deixe explicar. – Pedi.
- EXPLICAR O QUÊ? QUE NÃO QUER NAMORAR ALGUEM QUE ESTÁ QUASE MORRENDO? QUE NÃO TER UMA NAMORADA PROBLEMATICA, QUE SE CORTA E TENTA SE MATAR? QUER EXPLICAR QUE NÃO ME AMA MAIS QUANDO A SITUAÇÃO FICA SÉRIA? – Ela enxugou o rosto.
- Por favor, não é isso. – As lágrimas faziam meus olhos arderem.
- É O QUE ENTÃO BIEBER? – Ela me chamava de Bieber quando estava nervosa.
- Sua mãe Alice. – Disse fitando o chão. – Ela me pediu para ir embora.
- Não!
- Sim! Ela disse que você está mais preocupada com a minha presença do que com a da sua família. É por isso que vou embora, não quero causar problemas. – Continuei. Ela me olhava com ódio.
- Vai culpar minha mãe agora? – Ela perguntou com um sorriso irônico.
- Não vai acreditar em mim, de novo? – Perguntei no mesmo tom.
- Vai embora Justin! – Alice apontou a porta.
- Eu vou, mas...
- Sem “mas”. Não quero mais ouvir sua voz. – Ela me fuzilou com os olhos.
- Não esquece que eu te amo. – Sussurrei e peguei minha mochila. A caixinha com a aliança de compromisso que eu havia comprado há tempos caiu do bolso. Peguei-a e deixei junto com as roupas da Ali. Olhei mais uma vez, a ultima e sai do quarto. Mais uma vez isso acontecendo. Não devia ser assim. E se for sempre isso, é melhor ter um fim logo.
[...]
- Justin! – Melissa me encarou quando entrei em casa.
- Obrigado por cuidar deles. – Jazzy estava brincando com um urso de pelúcia, e Jaxon dormia no colo do Ryan.
- Que cara é essa? – Melissa segurou meu rosto e olhou em meus olhos. – O que aconteceu?
- Nada. – Menti e caminhei até Ryan para pegar Jaxon. – Valeu irmão. – Jaxon ameaçou acordar, mas o balancei devagar e ele se acomodou em meu colo e continuou dormindo. – Podem esperar eu coloca-lo na cama?
- Vai lá. – Mel sorriu fraco e eu subi a escada. Coloquei Jaxon na cama e fiz uma barreira com travesseiros, para ele não cair. Beijei sua testa e voltei para o primeiro andar.
- Vamos dormir Jazzy. – Peguei-a no colo e beijei sua bochecha.
- Hey Justin. – Ryan me chamou. – Não vai dizer o que aconteceu? – Olhei-o e suspirei.
- Jazzy vem comigo! Vou colocar um pijama em você. – Melissa a chamou e piscou para mim. Sentei no sofá e Ryan na poltrona.
- Catarine pediu para eu ir embora, me afastar da Alice. – Disse fitando o chão.
- O quê? – Ryan perguntou impressionado.
- Eu contei a Alice, e ela não acreditou em mim. – Senti uma lágrima percorrer meu rosto e enxuguei-a.
- O que vai fazer agora? – Ele estava mais irritado do que eu. – Catarine não podia fazer isso. Ela falou porque estava nervosa Justin.
- Mas, é melhor eu ir embora. – Disse decidido.
- Não cara. – Ryan me olhou com pena.
- Eu já decidi isso! – Afirmei. Levantei e Ry também, ele me abraçou.
- Justin, você vai dormir comigo? – Jazzy perguntou puxando minha mão.
- Sim! Eu já vou. – Peguei-a no colo e beijei sua testa.
- Por que esta chorando? – Ela perguntou olhando em meus olhos.
- Porque meu coração foi esmagado. – Respondi. Jazzy ficou me olhando confusa. – Nunca deixe um cara te magoar Jazzy. Não se apaixone por alguém como eu. – Falei sem pensar.
- Justin. – Ryan me olhava com muita pena.
- Eu vejo vocês amanhã. – Falei e beijei a bochecha da Mel.
- Fica bem. – Melissa sussurrou antes de sair.
- Boa noite! – Jazzy acenou para eles. Fechei a porta e subi a escada com Jazzy no colo. Deitei na cama entre ela e Jaxon e fiquei cantando para minha princesinha dormir. Enquanto cantava todas memórias de quando cantei para Alice vieram em minha mente. Em boa parte delas, nós estávamos felizes juntos.
Continua...

Véi na boa, não consigo pensar em nada pra continuar a IB, essa gripe desgraçada ta me matando de cansaço e meu corpo todo doi, enfim, então me desculpem por fazer vocês esperar.
 OUVIRAM TURN TO YOU? OMG É MUITO LINDA *-*

Bianca hm, é de terror :s haha gosti, tu escreve bem guria haha  
bia4ever awwwwwww *-* hahaha obrigada. Eu acho que já aprendi isso, mas não lembro de nada hahaha

OBRIGADA PELOS COMENTÁRIOS!

sexta-feira, 4 de maio de 2012

Imagine Belieber "Gotta be you" - Cap. 37



Alice POV

Eu tentei. Tentei avisar. Tentei ajudar, mas Justin é teimoso, ele nunca ouviria. O meu medo é que ele volte a fazer o que nos separou no começo. Esse é meu maior medo com certeza, porque eu o amo e não quero que se machuque. Fechei os olhos e tentei dormir. Justin acariciava minha mão e sussurrava uma de suas músicas. Sua voz é tão linda, me acalma. Eu estava preocupada demais para dormir, meu coração estava estranho, ele acelerava e acalmava, constantemente. Isso não é normal. Eu também sentia que estava acabando para mim.
- O que está pensando meu amor? – Justin beijou minha mão e me olhou.
- Em nada meu anjo. – Sorri fraco. Justin afastou a cadeira e ficou de pé, me olhando.
- Está preocupada com algo. – Ele insistiu.
- Eu só queria que me prometesse...
- De novo não Ali. – Ele revirou os olhos.
- Você que perguntou. – Soltei sua mão e cruzei os braços. Justin ficou pensativo por um tempo.
- O que quer que eu prometa? – Justin perguntou sério. Sorri e segurei sua mão novamente.
- Que se algo nos separar novamente, você não irá se deprimir e voltar a beber, ou sei lá. Só quero que prometa que irá continuar sua vida e ser feliz.
- Tudo bem. – Ele forçou um sorriso.
- Promete? – Apertei sua mão e olhei em seus olhos.
- Sim, eu prometo. – Justin me abraçou.
- Filha, podemos entrar? – Mamãe perguntou da porta.
- Claro. – Justin se afastou, mas eu não soltei sua mão. – Olá vovô. – O abracei quando ele se aproximou.
- Esse coração aqui não vai aguentar tantos sustos querida. – Ele brincou. Sorri e beijei sua bochecha.
- Desculpe.
- O Doutor Peter disse que estamos lotando o hospital. Então eu pedi que alguns fossem embora, mas eles disseram que viram te ver, ainda hoje. – Mamãe avisou.
- Tudo bem. – Acomodei-me na cama e sorri. Justin estava calado, suas mãos estavam soando.
- Justin, você precisa ir para casa. – Lhe disse.
- Não, não vou te deixar. – Ele falou baixo me olhando.
- É sério Justin, sua mãe, seu pai, seus irmão, eles também precisam de você. – Insisti.
- Não quer que eu fique aqui?
- Não é isso. Mas não pode deixar tudo de lado e ficar aqui o dia todo. Eu vou ficar bem. – Beijei sua mão e sorri.
- Eu volto à noite. – Ele beijou minha testa e acenou para mamãe e vovô.
- Ele é um bom menino. – Mamãe disse sorrindo.
- É. – Senti meus olhos se encherem de lágrimas. Alguém bateu na porta e a abriu. – RYAN! – Ele sorriu e correu em minha direção.
- Eu precisava vir te dar um abraço. – Ele sussurrou. Fechei os olhos e o apertei.
- Eu senti sua falta. – Lhe disse quando nos afastamos.
- Eu também senti sua falta pequena, não me dê mais sustos assim, por favor. – Ele sorriu fraco.
- Eu prometo tentar. – Respondi rindo.
- Bom, tenho que ir, a enfermeira me disse para ser rápido. Volto à noite com o Justin ok? – Assenti. – Se cuida pequena. – Ele beijou minha testa e cumprimentou minha mãe e o vovô antes de ir.
- Quanta gente preocupada contigo filha. – Mamãe passou a mão por meus cabelos longos, os colocando em ordem.
- Sente-se aqui vovô. – Pedi e ele sentou na cadeira que o Justin estava antes. Segurei a mão dele e a da minha mãe.
- Eu amo vocês.

Justin POV

Fiquei o resto da tarde, esperando para que a noite chegasse logo. Todas as vezes que me afastei algo ruim aconteceu. E se ninguém me avisar? Eu não consegui parar de pensar no que podia acontecer com Alice.
- Justin. – Jazmyn puxou minha camisa. Olhei-a. – Jaxon não quer brincar.
- Brinque sozinha então Jazzy. – Dei de ombros.
- Eu pensei que gostasse de mim. – Ela saiu dali chorando. Respirei fundo e fui atrás dela.
- JAZMYN? – Olhei em baixo de todos os cômodos e não a achei. – Onde ela está Jaxon? – Peguei-o no colo. Ele apontou para a escada. Jazmyn estava escondida embaixo da escada. Coloquei Jaxon chão e ajoelhei para falar com a Jazzy. – Vem aqui?
- Não. – Ele enxugou o rosto.
- Eu te amo Jazzy, mas eu estou preocupado agora, me desculpe. – Aproximei-me mais. – Me dá um abraço?
- Não. – Ela cruzou os braços.
- Eu estou tentando, estou dando meu melhor. – Respirei fundo. – Vem aqui, eu brinco com você.
- O que está acontecendo? – Ela gaguejou um pouco até conseguir falar.
- Alice está dodói, muito dodói e eu estou com medo de perdê-la.
- Você está com medo? Mas super herói não pode ter medo, você tem que ser forte. – Ela repetiu o que eu disse ao meu pai outro dia.
- Eu vou ser forte se você me der um abraço. – Abri os braços e Jazmyn correu para me abraçar.
- Eu posso ver a Alice? – Ela pediu olhando sua boneca. – Eu e minha filha.
- Podem, vamos lá vê-la?
- Sim. – Jazzy sorriu e beijou minha bochecha.
[...]
 Peguei um moletom para Jazmyn e outro para Jaxon e os vesti. Papai e Erin saíram, eu prometi cuidar das crianças enquanto se divertiam em uma festa de casamento. Coloquei os dois dentro do carro, nas cadeiras.
- E minha filha? – Jazzy me olhou fazendo bico.
- Que tal cuidar dela durante o caminho? – Sugeri rindo. Jazmyn assentiu. Estava anoitecendo e os dois não davam nenhum sinal de sono. Dirigi lentamente a casa da avó do Ryan. Desci do carro depois de pedir para as crianças esperarem. 
- Já? – Ryan perguntou assim que abriu a porta.
- Se sua vida estivesse no hospital aguentaria esperar? – Perguntei. Ryan abaixou a cabeça e fez sinal para eu esperar.
- MELISSA, VAMOS! – Ryan gritou e me olhou. – Desculpe cara.
- Não, me desculpe, eu estou nervoso com tudo isso. – Caminhei de volta ao carro e abri a porta de trás. Jaxon brincava com as mãos e Jazmyn cuidava de sua “filha”. Ri e verifiquei o cinto deles.
- Olá crianças. – Melissa entrou pela outra porta e sentou no espaço que sobrou atrás. – Oi irmãozinho. – Mel sorriu e apertou minha mão. Sorri fraco e fechei a porta do carro. Estávamos todos dentro do carro. Voltei a dirigir e liguei o rádio. Jazmyn me estendeu um cd. Franzi a testa e coloquei um cd, obvio que era música infantil. Ryan riu e sua risada contagiou todo o carro. Quando todos estavam recuperados havíamos chegado ao hospital. Desci do carro e peguei Jaxon. Melissa me ajudou e pegou Jazzy no colo. Joguei as chaves ao Ryan e ele fechou o carro. Subimos de elevador. Jaxon estava quieto demais, ele encostou a cabeça em meu peito e fechou os olhos.
- Está com sono Jax? – Perguntei acariciando suas bochechas. Ele me olhou e sorriu.
- Ali está dodói Mel. – Jazzy sussurrou. – Por isso Justin estava chorando, ele gosta dela. – Olhei-a e Jazmyn se encolheu no colo da Melissa. O elevador se abriu, na sala de espera só estavam Niall, Zayn, Liam, Harry e Louis de conhecidos. Só? Ok, era muito. Vi Jazzy pular do colo da Melissa e correr para abraçar Zayn. Ele a pegou no colo e beijou sua testa. Jazmyn mostrou a boneca.
- Boa noite. – Falei para todos. Eles responderam em coro “Boa noite”.
- Olá garotão. – Niall falou para Jaxon, que continuava quieto. – Ele está com sono?
- Não, não sei o que tem. – Olhei Jaxon que fechava e abria os olhos constantemente.
- Quando vamos ver Alice? – Jazzy me perguntou, puxando minha blusa.
- Nós podemos entrar? – Perguntei ao Niall. Ele apontou o Doutor Peter saindo de uma sala.
- Olá Justin. – Doutor Peter sorriu. – Alice perguntou sobre você o dia todo, pode ir vê-la.
- Obrigado. – Segurei a mão da Jazzy e caminhei acompanhando o ritmo de seus passos até a sala. Abri a porta e vi Alice se esforçando para tomar uma sopa. A enfermeira a observava. Alice estava muito mais pálida do que mais cedo.
- Ali! –Jazzy correu e ficou na ponta dos pés, tentando alcançar a cama.
- Sente aqui Jazzy, espere ela comer. – Apontei a poltrona. Jazmyn sentou e ficou olhando Alice. Deitei Jaxon em meu colo, na tentativa de fazê-lo dormir, mas ele não quis.
- Eu não quero mais. – Alice fez careta e afastou a bandeja de comida. A enfermeira retirou a bandeja e saiu da sala. Alice me olhou sorrindo e depois chamou Jazzy. Coloquei Jazzy e Jaxon sentados ao seu lado. Alice os abraçou e beijou, depois ficou brincando com eles. Sentei na poltrona e a observei. Como é perfeita para mim. Como ela é doce, gentil, linda, engraçada, chata, enjoada, legal, é tudo ao mesmo tempo. Alice consegue me fazer arrepiar com um sorriso, aquele sorriso sincero e lindo. Observá-la é um presente, não há paisagem melhor. Alice me olhou e sorriu. Me perdi naquele maravilha. Sua bochecha corou. Alice abaixou a cabeça e mordeu os lábios. Ela tímida consegue ser ainda mais linda. Desviei meu olhar para não constrangê-la.
- Justin. – Jazzy me chamou. Levantei. – Alice disse que vai ficar bem, não precisa chorar.
- Ele é teimoso Jazmyn. – Alice disse e Jazzy concordou.
- Eu me preocupo. – Coloquei sua franja para trás e acariciei seu rosto. – Eu te amo.
- Te amo também Justin. – Ela sorriu e beijou minha mão que estava em seu rosto.
- Jaxon, eles são namorados. – Jazmyn cochichou, um pouco alto demais. Jaxon olhava Alice, sério.
- O que ele tem? – Ali perguntou.
- Eu não sei. – Peguei Jaxon no colo. – Quer ir para casa?
- Ali, Ali. – Justin começou a chorar até Alice o pegar. Ele se aconchegou em seu colo e eu vi uma lágrima cair de seu olho.
- Acho que ele também está com medo de te perder. – Comentei. Alice me encarou.
- Estou com medo do que pode acontecer, sinto dores estranhas em todo meu corpo e quase não consigo manter meus olhos abertos. – Alice deixou as lágrimas molharem seu rosto.
- Crianças, vamos brincar com o Ryan, Mel e os garotos? – Perguntei tentando parecer animado. Jazzy assentiu feliz e pulou em meu colo. Coloquei-a no chão e peguei Jaxon do colo da Alice. – Eu já volto. – Levei as crianças para a sala de espera, sim Esso foi meu jeito de fugir dali para não chorar. Isso está sério, o medo dentro de mim aumenta a cada segundo. – Podem ficar com eles?
- Sim. – Todos falaram em coro. Virei-me e voltei para o quarto lentamente. Respirei fundo e entrei. Alice estava em pé tirando os fios, da máquina, de seu corpo.
- O QUE ESTÁ FAZENDO? – Gritei desesperado. Ela me olhou assustada e continuou a tirar os fios. – ALICE NÃO PODE FAZER ISSO, QUER SE MATAR?
- Se vou morrer, quero ter vivido antes, quero ter feito tudo que tive vontade. – Ela caiu em meus braços. – Me tira daqui Justin. – Ela pediu chorando. Eu não sabia o que fazer, apenas a abracei e tentei acama-la.
CONTINUA...
 
bia4ever então tu é melhor em quimica do que em matematica, sou o contrario haha eu sempre gostei, na verdade não é gostar, mas eu sempre consegui entender matematica e fico confusa quando as pessoas dizem que matematica é um monstro, sei lá, eu entendo tudo no momento, até aprender outra coisa, nesse momento esqueço até meu nome hahaha

Bianca é tão metida que mandou o comentário duas vezes, af hahahaha parei, bianca love u s2 OMG GENTE BIANCA ME AMA DEMAIS :O vai fazer teste na globo filha, corre lá haha Tu vai escrever livro, tipo um livro mesmo e me quer como personagem? really? véi eu sou tão chata, vai ser a pior personagem da história das histórias. Eu sou timida também, sei lá haha :3 Mas me conte sobre como será a história do livro.