Estávamos no carro, quando Justin
ligou o rádio e começou a tocar uma música lenta, Justin me olhou e sorriu, ele
começou a cantar, cantava maravilhosamente bem, parecia um anjo sussurrando
palavras amáveis, enquanto revezava o olhar em mim e na rua. Sussurrei alguns
versos, mas minha voz era horrível, então fiquei apenas ouvindo Justin cantar,
meu noivo cantar.
- Você devia ser cantor. – Disse
e Justin me olhou como se eu tivesse falado um absurdo. – Sério, amor, você
canta muito.
- Eu vou ser médico, Lizzie. –
Justin disse decidido.
- Mas você pode cantar como
hobbie. – Olhei-o e Justin sorriu. – Você podia cantar mais vezes para mim.
- Não. – As bochechas dele
coraram.
- Sim, por favor. – Beijei a
bochecha dele deitei a cabeça em seu ombro. Justin estacionou em frente a minha
casa e eu abri a porta. – Você vai entrar?
- Sua mãe está aí? – Justin
olhava para a casa.
- Acho que não. – Disse ao notar
que não havia nenhuma luz acesa, Justin sorriu com malicia e abriu a porta. Nós
caminhamos abraçados até a porta e eu o olhei antes de abrir. – Você podia
dormir aqui. – Disse bem próxima dele, Justin me beijou e segurou minha
cintura.
- No seu quarto? – Ele perguntou
e nós rimos. Abri a porta e joguei minha bolsa no sofá, virei e beijei Justin,
nós subimos para o meu quarto, trocando beijos, estava tudo completamente
escuro, então nós esbarramos em várias coisas. Afastei-o e ri, abri a porta do
meu quarto e Justin puxou minha cintura, demos alguns passos e ele fechou a
porta com o pé. Nós nos beijávamos tão apaixonadamente, que se eu tinha alguma
dúvida quanto ele ser o homem da minha vida, elas se foram. – Você tem certeza?
– Justin sussurrou olhando em meus olhos, eu mal o enxergava, mas sabia que ele
estava sorrindo.
- Absoluta. – Continuei o
olhando, Justin segurou minha mão e se aproximou ainda mais. Ele colocou a mão
em meu ombro e desceu a alça do meu vestido, depois beijou meu pescoço e abriu
o zíper nas minhas costas, meu vestido caiu no chão. Fechei os olhos e senti as
mãos do Justin tocarem meu corpo, ele abriu o zíper da calça e a tirou,
ajudei-o a tirar a camisa. Nós nos beijamos e nos aproximamos da cama.
Acordei com o despertador e senti
os braços do Justin me envolvendo, eu estava usando a camisa dele. Virei e
beijei o canto dos seus lábios, Justin sorriu e me segurou mais apertado,
deitei a cabeça em seu peito e fiquei ouvindo seus batimentos cardíacos.
- Precisamos ir para a escola. –
Justin sussurrou rouco, era maravilhoso acordar ao seu lado.
- Podemos matar aula. – Olhei-o e
Justin franziu a testa.
- Você matando aula?
- Nós. – Disse e nós rimos.
- Eu tenho prova. – Justin
aproximou nossos corpos e me beijou.
- Eu não quero sair daqui. –
Disse com preguiça, Justin sorriu e acariciou meu rosto.
- Eu não quero te soltar nunca
mais.
- Não me solte. – Fechei meus
olhos e deitei a cabeça em seu peito, outra vez.
- Eu te amo tanto. – Justin
beijou minha testa.
- Eu te amo, meu amor. – Abri os
olhos e o beijei, afastei-me depois e levantei.
- E se sua mãe estiver aqui? –
Justin levantou e colocou a calça.
- Você deixou o carro aqui em
frente, ela sabe que você está aqui. – Disse sem dar importância.
- Liz, seu pai vai me matar.
- Não vai, relaxa. – Tirei sua
camisa e fiquei só de sutiã e shorts, peguei uma roupa no armário e entrei no
banheiro.
- Amor, vou para casa me trocar.
– Justin sussurrou.
- Ok. – Gritei de dentro do
banheiro.
Quando eu estava pronta, sentei
no sofá e descansei um pouco, minha mãe entrou em casa exausta, ela trabalhou a
noite toda. Mamãe sorriu e deitou se jogou no sofá, deitando a cabeça no meu
colo.
- Como foi o jantar, querida? –
Ela estava de olhos fechados.
- Ele pediu para vocês, não
pediu? – Sorri e ela assentiu. – Foi maravilhoso, mãe.
- Eu disse que vocês são muito
novos, mas Justin insistiu tanto... Acho bom que vocês fiquem noivos, assim eu
não perco esse genro maravilhoso. – Ela abriu os olhos e piscou para mãe.
- Maravilhoso. – Repeti e a
campainha tocou.
- Estão indo para a escola? – Ela
perguntou quando eu levantei.
- Sim, você vai estar aqui quando
eu voltar? – Olhei-a.
- Sim, chame o Justin para
almoçar aqui. Boa aula. – Mamãe virou para o lado e eu saí de casa. Justin
estava com o cabelo molhado e alguns fios dourados caíam sobre sua testa.
- Minha mãe não estava em casa. –
Disse me sentindo um pouco aliviada, Justin abriu um sorriso de orelha a
orelha.
- Eu vou viver. – Ele levantou os
braços, comemorando.
- Vamos logo, estamos atrasados.
– Puxei-o rindo. Justin dirigiu em alta velocidade, eu não briguei com ele
porque eu estava realmente querendo chegar logo na escola, eu precisava
compartilhar minha felicidade com Brandon e Eve. Quando Justin estacionou, eu
quase saltei do carro e sai correndo até o Brandon que conversava com dois
garotos fortões. – BRANDY, VOCÊ SABIA QUE É O MELHOR AMIGO QUE ALGUÉM PODE TER?
– Pulei nele e o abracei forte, beijei sua bochecha várias vezes. – Olá
garotos. – Disse, notando meu exagero.
- Essa felicidade toda, pelo
visto... – Brandon me olhou desconfiado, fez sinal de silencio e nós rimos.
- Bom dia galera. – Justin
cumprimentou os dois garotos e abraçou Bran. – As chaves. – Justin entregou-as.
– Valeu cara.
- Parem de agradecer, eu não fiz
nada que um bom amigo não faria. – Brandon me abraçou. – Se o Justin te magoar,
eu vou quebrar aquele rostinho bonito dele. – Ele sussurrou, olhando para o
Justin.
- Bieber, preciso falar com você.
– Bill puxou o braço do Justin, eu ia impedi-lo, mas Justin fez sinal de “Ok”.
Bran e eu fomos para a sala.
[...]
Depois da escola, passei na
sorveteria para ver se eles ainda precisavam de alguém para trabalhar, eu não
disse nem duas palavras e o dono disse que eu estava contratada.
- Pode começar hoje, agora? – Ele
parecia um pouco desesperado.
- Eu preciso levar minha mochila
em casa, mas se o Senhor quiser, eu volto em uma hora.
- Sim, por favor. – Ele sorriu e
me entregou o uniforme. – Te vejo em uma hora.
- Uma hora. – Repeti constrangida
com o desespero dele e me apressei para chegar em casa rápido. Quando cheguei,
Justin estava ajudando minha mãe na cozinha, os dois não são muito bons com
isso.
- Amor. – Justin abriu os braços
e veio em minha direção. – Eu não te achei depois da aula, Eve disse que você
já tinha ido.
- Eu passei na sorveteria,
inclusive, tenho que ir trabalhar em 50 minutos. – Disse animada.
-Trabalhar? Filha, você não
preci...
- Mãe, eu quero, vai ser
divertido. – Aproximei-me e olhei o que ela fazia, era uma lasanha, parecia
deliciosa.
- Serei seu primeiro cliente. –
Justin sentou-se à mesa e eu sentei ao seu lado, mamãe colocou a lasanha em
nossa frente e nós nos servimos. Por incrível que pareça, estava deliciosa. Eu
ajudei a arrumar a cozinha e toquei de roupa, depois disso, eu e Justin fomos
para a sorveteria, vesti o avental e o chapéu e fiquei atrás do balcão.
- E aí George. – Justin cumprimentou
meu chefe e ele acenou.
- Posso ajudar? – Sorri para o
Justin e nós olhamos o meu novo chefe que atendia outras pessoas.
- Acho que vou querer a
atendente. – Justin piscou.
- Justin, cala a boca. – Olhei de
novo para meu chefe, ele não ouviu. Justin ria.
- Desculpe, mas a belezinha aí
tem namorado? – Justin disse baixo e piscou de novo.
- Justin, o sorvete. – Revirei os
olhos.
- Quero de baunilha. – Ele disse
sem nem olhar o cardápio, fiz o sorvete e entreguei para ele, meu chefe parou
do meu lado.
- Pode atender aquele garoto? –
Ele apontou e Bill acenou para mim, ele levantou e sentou ao lado do Justin.
- Trabalhando, bela? – Sorriu sarcástico.
- Eu disse que irei. – Justin disse
baixo, mas eu ouvi.
- Eu só vim tomar sorvete, calma.
– Bill voltou a me olhar. – Pode me trazer um sundae de morango, docinho? –
Bill piscou para mim e Justin apertou com tanta força o sorvete dele, que a
casca quebrou e sujou toda a mão.
- Justin. – Olhei-o quase implorando
para ele não arrumar briga e afastei-me para fazer o sundae. Quando voltei com
o pedido do Bill, Justin parou de falar e levantou, vi que ele estava indo
falar com George.
- Um delicia. – Bill nem havia
tocado no sorvete, ele disse olhando para mim. Fui até o George e ouvi Justin
dizendo para ele “cuidar” de mim.
- Não se preocupe Justin. –
George me olhou e sorriu, depois saiu dali.
- Eu vou te bater. – Disse.
- Eu vou embora, eu prometo, mas
só depois que ele for. – Justin levantou e me roubou um selinho, ri e fui até
duas garotas que haviam acabado de chegar.
Continua...
Primeiro, desculpem a demora, foi bem corrido essa semana porque eu passei naquela prova e tive que resolver um monte de coisas e tal. Enfim, agora que eu passei, eu nem vou ter tempo pra respirar direito, ainda mais porque que eu preciso estudar muito. Então, como esses dias tem um feriadão, eu vou tentar escrever os últimos capítulos e ir postando aos poucos. Não me matem, mas vai ser impossível continuar escrevendo e estudando loucamente todos os dias, então provavelmente essa será a ultima fic que eu vou postar, pelo menos nesse ano. Eu sei que eu vou sofrer, porque eu amo postar aqui e vocês são tão fofas, mas eu realmente não vou ter tempo.
Só que a fic ainda não acabou, então não vamos sofrer antecipadamente...